Pular para o conteúdo

Fóruns / Workshop de GUEPARDO Tax: dúvidas e troca de ideias

O que exigir do diagnóstico fiscal para não contratar um escopo que não vai usar?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada

O cenário é este: sou diretor financeiro e temo contratar um escopo de projeto fiscal maior do que vamos usar. Cada item da proposta chega com justificativa de uma linha.

De qualquer forma, ó, o que eu quero saber é o que o diagnóstico precisa me entregar, por escrito, para que cada item do escopo tenha uma razão que eu consiga verificar. O que um gestor deve exigir?


Atualização:

Obrigada a todos. Vou usar as quatro entregas e incluir o registro de dispensa assinado. Fiquei com uma dúvida: como sei se a justificativa de um item é fraca, sem ser da área fiscal?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Para o gestor sem formação fiscal, a conversa deixou um roteiro:

  1. Exigir quatro entregas: inventário com evidência, matriz item, obrigação e risco, critério de dispensa e plano em fases.
  2. Separar em etapas: a segunda só abre se a primeira provar o problema.
  3. Registrar dispensas: dono, motivo e risco aceito, por escrito.

Sobre justificativa fraca, o teste é simples: peça que o autor aponte a obrigação e o risco que o item protege. Quem não consegue apontar os dois está vendendo escopo por costume. Decidir o que contratar é do cliente. A revisão fiscal do ambiente serve de base para essa matriz. Na segunda-feira, peça a matriz da proposta atual e marque os itens sem obrigação.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Peça também uma amostra real. E olha que, pois é: o diagnóstico deve mostrar pelo menos um caso ponta a ponta com documento real, do lançamento à obrigação, para você ver o método funcionando.

E pergunte o que ficou na fronteira entre sustentação e projeto, porque escopo mal definido entre os dois é um dos riscos recorrentes de contratação.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Outra via: diagnóstico em duas etapas. E aí, minha ressalva a primeira é curta e só produz o inventário e a matriz. A segunda só começa se a primeira mostrar que existe problema que justifique investimento.

Assim a decisão de gastar mais vem com dado na mão. Na minha transição de carreira aprendi que perguntar "e se pararmos aqui?" ao fim de cada etapa poupa muito.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Discordo de que descartar seja sempre seguro. Item dispensado sem registro volta meses depois como urgência. Veja, no ambiente de qualidade: cada dispensa precisa de dono, motivo e risco aceito, assinados.

E atenção ao limite do produto: ele não corrige dado mestre ruim. Se o diagnóstico ignora o cadastro para enxugar o escopo, o problema reaparece no primeiro fechamento.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na virada do ano, na virada do ano, o que funcionou foi exigir quatro entregas:

  1. Inventário do que existe hoje, com evidência (não só entrevista).
  2. Matriz com cada item de escopo ligado a uma obrigação e a um risco.
  3. Critério de dispensa: por que cada item descartado ficou de fora.
  4. Plano em fases, com ponto de parada ao fim de cada uma.

Item que não se liga a obrigação nem a risco é o primeiro que você corta.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Publicações relacionadas Respostas Visualizações Atividade
5
out. 26
0
6
out. 26
0
5
out. 26
0
4
out. 26
0
5
out. 26
0