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Fóruns / Workshop de GUEPARDO Tax: dúvidas e troca de ideias

Quem aprova o escopo de obrigações do projeto fiscal e como evitar que cresça sem critério?

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Esta pergunta foi sinalizada

Direto ao ponto: em cada reunião do projeto aparece uma obrigação nova que alguém quer incluir. Sou auditor interno e vejo o escopo crescer sem registro. O gerente de projeto quer um critério de entrada.

O chato é, o difícil é que ninguém quer dizer não a uma obrigação. Quem deveria aprovar o escopo e que regra evita que ele cresça sem controle?


Atualização:

Gostei da janela quinzenal. Vou propor ao gerente e anotar cada pedido com as quatro respostas. Uma dúvida: e a obrigação que tem prazo legal curto, ela espera a janela mesmo assim?

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Critério de entrada que a conversa montou:

  1. Quem aprova: o patrocinador no cliente, ouvido o fiscal.
  2. Porta de entrada: quatro respostas (dono, origem do dado, aceite, agenda) antes de qualquer inclusão.
  3. Ritmo: fila revista de quinze em quinze dias, tudo anotado com data.
  4. Urgência: via de exceção escrita, com o risco declarado.

Esse desenho é julgamento de projeto, não regra do produto. O ganho é que o escopo passa a ter um histórico que o auditor lê. Para a rotina de governança depois do go-live, veja o programa de governança fiscal. Na segunda-feira, abra a fila e registre os pedidos pendentes com as quatro respostas.

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Aí está o limite do critério. Olha, meu adendo: obrigação com prazo legal curto não pode esperar quinze dias, e um critério rígido demais barra o que é urgente.

Crie uma via de exceção: o patrocinador aprova por escrito, com o risco de pular a janela descrito. Prazo legal em si deve ser conferido no texto vigente por quem decide no cliente; não é o projeto que define.

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Outra forma, que usamos aqui: janela de escopo. Então, como vimos a fila é reavaliada a cada quinze dias por um comitê pequeno, e o que passa nas quatro perguntas entra na próxima janela.

A vantagem é que ninguém precisa dizer não na hora. O pedido espera a janela e o critério decide. Registre a decisão por escrito, com data, para a auditoria.

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Acrescento a parte do prazo. A ferramenta de agenda ajuda: a documentação do produto diz que a Agenda Fiscal atribui responsável a cada etapa e envia alerta de prazo.

Veja, o plano é o dono da obrigação cadastrado ali já responde à primeira pergunta do critério. Se ninguém aceita ser dono na agenda, a obrigação não está pronta para entrar.

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Bem, um alerta: o escopo é aprovado por quem responde pelo resultado, normalmente o patrocinador do lado do cliente, com o fiscal opinando.

Pedido novo não entra na reunião. Vai para uma fila com data. A obrigação só entra se passar em quatro perguntas: tem dono nomeado, o dado de origem está identificado, há uma prova de aceite definida e cabe na agenda sem tirar outra. Faltou uma resposta, fica na fila.

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