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Fóruns / Workshop de Reforma Tributária no SAP: dúvidas e troca de ideias

Como tratar uma norma que a equipe leu há dois meses e que pode ter sido alterada?

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Sem enrolar: sou contadora, trabalho há dez anos com fiscal e a empresa está migrando de outro ERP para SAP.

O projeto cita um artigo que a equipe leu em agosto e usou para montar uma regra de parametrização. Ninguém registrou a data da leitura nem a versão do texto. Hoje, dois meses depois, ninguém sabe se houve alteração.

Como tratar uma norma lida há dois meses que pode ter mudado, sem refazer todo o levantamento e sem assumir que continua valendo?


Atualização:

Obrigada a todos. Reli o texto na fonte oficial e anotei "lida em outubro" ao lado de "lida em agosto". Não achei diferença, mas agora está registrado, e uma segunda pessoa conferiu. Criei a coluna "revisar em". Pergunta: vocês guardam o texto lido (cópia) ou só a referência?

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Resumindo como tratar a norma lida há dois meses:

  1. Marcar o estado: a regra consta como "a reconfirmar", nunca como "vigente".
  2. Nova leitura: na fonte oficial, com data e nome de quem leu, ao lado do registro antigo.
  3. Comparação: se o texto diferir, abra pendência na parametrização que dependia dele.
  4. Segunda pessoa: alguém confere a releitura, ao menos por amostra.
  5. Calendário de revisão: coluna "revisar em", escrita e com substituto nomeado.

Interpretar o texto é decisão do contribuinte: confirme com o tributário da empresa antes de fixar a regra no sistema. Para estruturar o controle das regras que nascem de norma, veja governança fiscal no SAP.

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Me desculpem a pergunta, mas o x da questão é o que fazer enquanto a dúvida existe. Se o texto pode ter mudado e a regra já está em uso, avalie o impacto de manter: qual operação roda com ela e o que acontece se estiver errada?

Se o impacto é alto, peça decisão do responsável fiscal antes da próxima virada. Se é baixo, mantenha, registre a pendência e releia com prazo definido.

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Direto: pra não esquecer, pois é, outra forma que usamos é deixar a releitura com uma pessoa só, que mantém uma lista de normas que sustentam regras do sistema. Cada alteração encontrada vira um chamado com o texto novo e o impacto na regra.

Funciona bem quando a equipe é pequena. Quando é grande, o risco é a lista virar o gargalo de uma pessoa, então escreva também quem a substitui.

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Perdoem a ignorância, mas discordo de deixar a revisão só com uma pessoa. De cabeça, tá, como auditor, quem leu a norma não deveria ser a mesma pessoa que confirma que ela não mudou.

Uma segunda pessoa confere a releitura, nem que seja por amostra. E, em tese tributária, a interpretação do texto é decisão do contribuinte. A equipe registra a leitura, mas quem decide é o tributário da empresa.

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Cenário e dúvida parecidos aqui. O primeiro passo é reconhecer o que você sabe: a regra foi lida em agosto, e é só isso. Não escreva "vigente", escreva "lida em agosto, a reconfirmar".

Depois, releia o texto agora, na fonte oficial, e compare com o que a equipe anotou. Escreva a data da nova leitura ao lado da antiga. Se houver diferença, abra uma pendência na regra de parametrização que usou o texto antigo.

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Começo pelo básico do projeto: cada regra do sistema que nasceu de uma norma deve ter, na documentação, a referência, a data da leitura e quem leu. Tirando a prova, ó, quando você tem isso, a releitura vira rotina, não investigação.

Sugiro uma coluna "revisar em" com uma data. Para normas que mudam muito, revisão curta e frequente. Para as estáveis, mais espaçada. A frequência é decisão da equipe, mas ela precisa estar escrita.

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