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Fóruns / Workshop de Reforma Tributária no SAP: dúvidas e troca de ideias

O exemplo resolvido do workshop usa números fictícios: como adaptar a lógica a um grupo com operação industrial e de serviços?

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Cenário e dúvida: fiz um workshop sobre a transição e o exemplo resolvido mostrava uma empresa de linha única, com uma venda de mercadoria e a conta fechando bem. Sou desenvolvedor ABAP, não do fiscal, e peço desculpa se a dúvida for básica.

O nosso grupo tem uma planta industrial e uma empresa de serviços, com notas de mercadoria, notas de serviço e compras que alimentam as duas. O exemplo do curso não cobre isso. Como vocês adaptam a lógica de um exemplo fictício para um grupo com as duas operações?


Atualização:

Obrigado, pessoal. Fiz a lista de tipos de operação e já saíram seis, não quatro. Vou fechar uma por vez, com a coluna de origem do caso que o Alan e o Caio sugeriram. O que eu levava como dúvida de ABAP era, no fundo, falta de inventário das operações.

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Fechando o tema, o caminho para adaptar o exemplo do curso ao grupo:

  1. Inventário: liste os tipos de operação do grupo (venda de mercadoria, prestação de serviço, compra para revenda, compra para consumo).
  2. Uma operação por vez: repita o passo a passo do exemplo com um documento real e anote de onde cada campo saiu.
  3. Marcação de origem: cada caso é "observado" ou "montado". Valor preenchido à mão vira pendência.
  4. Duas análises: uma por empresa do grupo, cruzadas só no final.

O critério de pronto de cada operação é um documento conferido de ponta a ponta com o dono da regra. Para estruturar a capacitação da equipe a partir de cenários próprios, veja como organizar a capacitação em reforma tributária.

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Pode ser uma dúvida boba, mas o ganho é, tá, marcar a diferença entre caso real e caso montado, como o Alan falou. Acrescento uma coluna: o resultado esperado e quem o aprovou.

Se o grupo ainda não definiu quem aprova a regra, não invente. Escreva "aprovador pendente" e leve a linha para a reunião seguinte. Resultado esperado sem dono é só palpite.

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Um pouco de história de como a gente fez: escolhemos, para cada tipo de operação, um documento real de teste e anotamos de onde cada campo saiu. No fechamento, ó, a pergunta é sempre a mesma: esse valor veio do cadastro, da condição ou de um preenchimento manual?

Se a resposta é "manual", a linha vira pendência. Com a tabela de origem pronta, o exemplo do curso deixa de ser fictício, porque você mostra o seu.

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Desculpem a insistência, mas discordo de começar por documento real em tudo. Então, de bate-pronto: se a operação é nova para o grupo e ainda não tem histórico, não existe documento real para pegar. Nesse caso, crie o caso de teste com dado fictício e marque como "montado, não observado".

O erro é misturar os dois na mesma tabela e dar a impressão de que tudo foi conferido com operação real.

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Me corrijam se eu estiver errado, mas ajudaria separar a análise em duas planilhas, uma por empresa do grupo, e só depois olhar o que cruza. A prestação de serviço e a venda de mercadoria têm cadastros, documentos e responsáveis diferentes.

E aí, minha ressalva: não tente fechar o grupo de uma vez. Feche uma operação, confira com um documento real e passe para a próxima. Numa semana de trabalho, uma operação bem fechada vale mais do que as quatro pela metade.

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Quero saber uma coisa antes: o exemplo do curso serve para entender o raciocínio, não para copiar. Adapte a lógica, não os números. O primeiro passo é listar quais tipos de operação o grupo tem: venda de mercadoria, prestação de serviço, compra para revenda, compra para consumo.

Para cada tipo, repita o passo a passo do exemplo. O que muda é o dado de entrada, e o seu trabalho é achar onde ele mora no SAP.

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