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Fóruns / Workshop de Reforma Tributária no SAP: dúvidas e troca de ideias

Em 2026 o sistema só precisa registrar: registrar o quê, e quem confere?

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Pessoal, bom dia. Sou controller e assumi a frente fiscal do projeto faz pouco tempo, então desculpem se for básico.

A equipe repete que em 2026 o sistema só precisa registrar, sem calcular nada de verdade. Concordo com a frase, mas ninguém definiu quais campos conferir nem quem confere. Hoje "registrar" é uma palavra que cada um entende de um jeito.

Que campos ou informações vocês definem como "registrado" e quem fica com a conferência?


Atualização:

Obrigado, os dois. Faz sentido juntar: primeiro a leitura da norma, com data, depois a origem e o teste. Peguei um documento de saída da semana passada e vi que um dos campos de que eu ia depender estava vazio. Pergunta: quem deve ser o dono da conferência, o fiscal ou a TI?

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Fechando o tema, o que "só registrar" quer dizer na prática:

  1. Exigência: lista de campos e informações que o documento carrega, vinda da leitura da norma, com a data da leitura e quem leu.
  2. Origem: de onde vem cada valor (cadastro, condição, preenchimento manual). Manual vira pendência.
  3. Teste: um documento real por tipo de operação e onde se confere.
  4. Dois donos: a TI confirma gravação e transporte, o fiscal confirma o conteúdo.

Sobre o que o GUEPARDO Tax registra em cada fase, isso não está coberto no que consultamos; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Para organizar a conferência com evidência, veja testes fiscais no SAP.

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Pra dar o contexto, como todo mundo sabe, viu: a conferência tem dois donos com papéis diferentes. A TI confirma que o campo é gravado e chega ao destino. O fiscal confirma que o conteúdo é o que a regra pede.

Quando só um confere, o erro aparece tarde. Num caso que acompanhei, a TI dizia que estava gravando e o fiscal descobriu depois que o conteúdo vinha de um cadastro antigo. Cada linha do quadro com dois nomes evita isso.

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Objetivamente, discordo da ordem. Antes de listar campos, a questão é saber o que a norma de fato exige que o documento carregue. Se a equipe lista o que acha, corre o risco de conferir o que nunca foi pedido.

Então, a questão é que a lista nasce da leitura da norma, com a data da leitura anotada e o responsável. Só depois vêm origem e teste. A regra deste ano deve ser conferida no texto vigente, não na memória de quem fez o curso.

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Ainda estou aprendendo também, mas no nosso caso começamos por transformar "registrar" em pergunta de sim ou não: para este documento, o campo X está preenchido e igual ao esperado?

Sugiro três passos. Primeiro, liste os campos novos que a equipe acredita que o documento precisa levar. Segundo, para cada um, escreva de onde o valor vem. Terceiro, defina o teste: um documento real, a tela ou arquivo onde se vê, e quem confirma. Campo sem origem escrita não está pronto, mesmo que apareça preenchido.

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