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Fóruns / DIFAL e operações interestaduais

Quando calcular difal por dentro ou por fora?

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7 Respostas

Pessoal, no ECC 6.0 do agro estou preso numa dúvida sobre o Difal por dentro ou por fora. Testei os dois modos na simulação do pedido e o valor muda, mas não sei qual está certo. Gerei o arquivo da escrituração e o log fica apontando divergência de base. Tentei trocar a parametrização e gerei outros arquivos para comparar. No fim das contas, pois é, a diferença só aparece na apuração. Quando o Difal se faz por dentro e quando se faz por fora?


Atualização:

Se o cliente decidir por escrito, entendi que o resto é parametrização. Valeu, Camila e Renato. Rodei a simulação nos dois modos de Difal em um pedido de teste, e a diferença ficou clara na base. No fim das contas, pois é, o que me falta é saber como guardar essa evidência. Anexamos no próprio documento de venda ou numa pasta à parte?


Atualização:

Dá para ter duas condições na mesma nota? Obrigado, Mariana. Testei uma condição só e funcionou no pedido de teste, mas, no fim das contas, pois é, não sei se a nota fiscal aceita as duas sem duplicar o Difal. Vocês bloquearam por tipo de operação ou por cliente? E isso vai para a tela do pedido ou só para a nota?

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Quem escolhe o método é o cliente. Num caso de varejo, o Difal ficou por dentro numa operação e por fora em outra, e o time só fechou quando cada nota guardou o modo usado. Antes da escrituração, uma validação simples apontando notas sem modo gravado evitou retrabalho, e um arquivo de conferência com nota, modo e aprovador deu rastro para a auditoria. Recomendo: peça a posição do cliente por escrito, parametrize uma condição por modo, grave o modo na nota e rode essa validação antes de gerar o arquivo final. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Fábio, concordo com gravar o modo, mas discordo de deixar isso só no ABAP. Aqui por perto, pois é, a equipe terceirizada do cliente precisa ver o modo do Difal de cada nota; por isso tratamos separadamente o parâmetro e o campo gravado, com os seguintes cuidados: o parâmetro mostra a regra, e o campo mostra o que de fato ocorreu na nota.

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O risco que já vi, Natália, é o Difal sair certo na nota e errado no livro, porque o modo foi gravado só na tela. Lá onde trabalho, pois é, a gente grava o modo em campo próprio e inclui no relatório de conferência. Assim, os registros ficam rastreáveis. Se o cliente quiser a resposta de por que um valor saiu por dentro, o log responde sozinho.

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Concordo em parte com a Mariana, mas discordo de bloquear tudo: na nossa logística, o programa de cálculo do Difal permite as duas formas se a pergunta ao cliente vier antes, por operação. Bem, o combinado é registrar na mensagem do log qual forma foi usada em cada nota. Quando o cliente tem uma só orientação, uma condição basta. Quando varia por tipo de operação, duas condições com regra de seleção funcionam melhor.

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Na rotina de alimentos, no mês passado, ó, o Difal foi exibido duas vezes na nota porque a condição apareceu em dois pontos da estrutura hierárquica de preços do SD. Foi uma frustração. Nossa alternativa: deixar a condição em uma posição só, por dentro ou por fora conforme o cliente decidiu, e bloquear as demais. Vale quando o método é único por cliente; se o cliente usa os dois modos em operações diferentes, usamos duas condições, com valores exibidos separados.

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Congele a decisão por escrito antes de parametrizar. Bem, um adendo: nossa equipe adotou dois caminhos para o Difal. 1) Se o contribuinte já tem posição escrita, parametrizamos direto. 2) Se não tem, pedimos a posição e rodamos simulação nos dois modos, sem tocar em produção. Para contribuintes novos, vale o segundo. Qualquer correção posterior entra como ajuste documentado.

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Depende da norma, não do sistema. O curioso é, viu, que para calcular o Difal de um jeito ou de outro basta parametrizar; quem escolhe o método é o cliente, com base na legislação do destino. Peça à contabilidade o entendimento por escrito antes de mexer. Se a regra mudar, a assinatura do responsável no documento de aprovação evita retrabalho. Depois a gente configura e prova o comportamento.

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