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5 Respostas

Quando o fechamento aperta, preciso emitir CT-e e manifesto de carga a partir do S/4HANA 2023, na logística. Já configurei o ambiente de homologação, parametrizei algumas séries e testei a emissão com uma nota de saída, mas o CT-e foi rejeitado e o manifesto nem gerou. Na sustentação, preciso acompanhar cada rejeição sem abrir chamado para tudo. Qual é a sequência correta para emitir o CT-e e depois o manifesto de carga, e o que confirmar antes de passar para produção?


Atualização:

Concordo em parte com o Márcio: conferir os campos da carga antes ajuda, mas discordo de parar aí. Obrigado, Cláudio, também. Na sustentação testei o CT-e com produto predominante preenchido e a rejeição mudou de mensagem. Como vocês tratam o manifesto de carga depois, e há algum passo que o cliente precise validar antes de eu liberar?

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Resumindo CT-e e manifesto de carga. O XML eletrônico do CT-e é o que vale; o DACTE é só a impressão. O tipo de emitente muda o preenchimento: carga própria usa um valor, e quem emite CT-e globalizado a posteriori, relacionando as NFe, usa outro. Para o manifesto, o que foi dito não traz regra, então desenhe a sequência com o cliente. Recomendação: valide cada tipo de emitente em homologação, guarde o XML rejeitado e o autorizado como evidência, e só vá para produção com o cliente aprovando. Emitentes de NFe e transportadoras têm preenchimentos distintos. Para aprofundar, veja documentos fiscais eletrônicos no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Cláudio, agora, puxando o fio: se o DACTE é só um documento de apoio impresso a partir do XML, quem confere a impressão efetuada na expedição durante o carregamento? No meu caso, no RISE with SAP, a logística imprime e o fiscal só vê o XML, e já tivemos divergência. O que vale como referência quando os dois não batem?

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O risco que já vi: peso bruto errado no CT-e por falta de conversão. Discordo, Márcio, de resolver só no cadastro. O peso em KG sai do fator de conversão da unidade, 1 para a unidade 01 e 1000 para a 02, então o cálculo precisa ser conferido, não só o campo preenchido. Olha, o combinado é testar diretamente com as duas unidades e comparar o resultado. Se bater, ótimo; se não, ajuste a regra.

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O DACTE entra na emissão? Na minha equipe, a alternativa foi conferir antes o que deve constar no CT-e, como as características da carga: produto predominante e outras características. Duas considerações para decidir o caminho. Se o erro vier de campo vazio como proPred ou xOutCat, o ajuste fica no cadastro do material. E aí, só pra alinhar: se a mensagem apontar outra causa, esse caminho não resolve.

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Na rotina de ABAP aqui, o que sigo é o XML do CT-e, porque o DACTE sai depois, pelo aplicativo, e é só um papel auxiliar. Então, calma lá: impressão não é emissão, e o DACTE é montado com base no arquivo XML do CT-e, em impressora comum. Sobre o manifesto de carga, o que li não traz o passo a passo, então valide a sequência no manual do módulo fiscal e com o cliente.

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