Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
11 Respostas

Quando mandei um MDF-e de teste, a SEFAZ devolveu uma recusa dizendo que o ambiente não bate. Rodamos SAP com GUEPARDO Tax, e a mesma configuração vale para CT-e e MDF-e, mas já troquei o parâmetro e reenviei duas vezes. O curioso é, pois é, que o CT-e passou e o MDF-e não. Existe alguma regra aplicada só ao MDF-e que olhe isso? Em que ponto da aplicação devo conferir o endereço do envio?


Atualização:

O risco que vi é mexer em tudo ao mesmo tempo. Obrigado, pessoal. Testei só o parâmetro de produção ou homologação num MDF-e e o CT-e continuou igual. O curioso é, pois é, que a recusa mudou para outra. Alguém sabe em que ordem a SEFAZ confere as outras regras do MDF-e?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que já vi é tratar toda recusa de CT-e ou MDF-e como defeito de cadastro do transportador. As validações da SEFAZ estão organizadas em grupos, e cada retorno aponta qual regra falhou. Na validação do MDF-e, confira primeiro se o envio foi para o lugar certo, depois o código do local de saída contra a UF, e por fim a versão do layout. Recomendação: registre o retorno completo de cada envio e mexa em um parâmetro por vez. Para aprofundar, veja documentos fiscais eletrônicos no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte, Luiz Medeiros, mas discordo de achar que toda recusa vem de dado da carga. A prova é, ó: no modal rodoviário, a versão do layout do modal que o web service recebe também precisa ser suportada, e um schema fora do esperado derruba o envio sozinho, com dados corretos. Por isso eu leria o código de retorno do MDF-e antes de culpar o cadastro.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Dúvida curta, Gabriel: a checagem prévia também ajuda no MDF-e e no CT-e quando o retorno demora? E aí, o x da questão: num momento posterior ao envio, o recebimento do retorno fica em fila no nosso SAP e a rejeição aparece depois. Vale registrar o retorno por viagem, para ligar a recusa ao CT-e de origem?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

E aí, aqui na empresa, na rotina daqui, o MDF-e leva carga de vários municípios, então criamos uma checagem em ABAP, antes do envio, que compara as duas posições iniciais do código do local com a UF. E aí, aqui na casa, quando todos os dados originários das notas vêm de um único estado, a checagem prévia basta; quando misturam estados, deixamos a SEFAZ conferir e só tratamos o retorno no log.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Se o código informado não casar com a UF, o texto devolvido fala de município diferente da UF; se o código simplesmente não existir na tabela, a mensagem é outra. Diego Rodrigues, dito isso, a leitura da mensagem já diz qual dos dois casos você tem. No CT-e e no MDF-e, vale gravar o texto devolvido no log do envio para o suporte comparar depois.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Resultado até agora: o MDF-e continua sem passar. Diego Pinto, tirando a prova, né, no nosso cadastro o código do local sai de uma tabela interna. Como diferenciar o código que não identifica a UF informada de um código inexistente na tabela oficial? O texto da recusa muda?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Hipótese rápida, Gustavo: código do local. Meu ponto, né: os dois dígitos à esquerda do código do local de saída indicam a UF, e a SEFAZ confere se casam com a sigla da UF do MDF-e. Se a rota que volta recusada tem origem em estado diferente do cadastrado, vale checar isso. Não conheço exceção para essa regra.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Roberto, bem, conforme o combinado, queria uma resposta específica: no S/4HANA 1909, o MDF-e de uma rota específica volta recusado e os das outras, não. Você separou o que acontece com envio de teste do que vem da produção; esse corte serve para as regras específicas do MDF-e também, ou só para a de tipo? Já tentei reenviar o mesmo arquivo e a recusa se repete.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte, Ivone: qualquer falha de segurança digital derruba o envio, mas aqui o caso é outro. E aí, sem pressa, quando a SEFAZ diz que o tipo enviado diverge do tipo do recebedor, ela está olhando a configuração do MDF-e. Eu separaria dois tipos de problema: o que ocorre com documentos de teste e o que ocorre em produção, e anotaria o retorno de cada envio para o time fiscal comparar.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Dúvida curta, Matheus: o truque é, viu, saber se o certificado também entra nisso. Aqui no S/4HANA 2023 o certificado já foi trocado, e o conteúdo do XML segue o layout. A recusa continua. Isso ainda é o mesmo caso que você descreveu ou é outro?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na minha rotina com ECC 6.0 vi isso mais de uma vez. Sim, existe uma regra que compara se o MDF-e foi montado para produção ou homologação com o endereço que o recebeu, e ela recusa quando não bate. Diga-se de passagem, essa regra está logo no começo da lista de regras gerais, então vale conferir antes de mexer em assinatura ou no local de carregamento.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em Documentos fiscais eletrônicos no SAP: NF-e, CT-e, MDF-e, NFS-e, NFTS e entrada.

Ver todas do fórum