Pular para o conteúdo

Fóruns / Documentos fiscais eletrônicos no SAP: NF-e, CT-e, MDF-e, NFS-e, NFTS e entrada

Se o contribuinte tiver emissor próprio, de que forma compartilhar a emissão de NFS-e com o ambiente nacional e o sistema de origem?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas

Se o contribuinte tiver emissor próprio, como fazemos para enviar a NFS-e ao padrão nacional sem perder o vínculo com o sistema de origem? Estou em varejo, rodando S/4HANA 2021, e já criamos um ambiente de produção restrita para testar os documentos gerados. Os eventos saíram com a identificação do ambiente, mas a apuração interna ainda puxa as notas do sistema antigo. Minha ressalva, tá, é que o leiaute padronizado pode não cobrir todos os campos que usamos, e a conferência não bateu no segundo lote de teste. Qual é o caminho que vocês usam para validar essa apuração antes de mandar tudo para o ADN?


Atualização:

O risco que eu já vi foi o lote de teste misturado com produção, e isso exigiu remover eventos depois. Minha ressalva, tá, é que a remoção só vale na base de testes, e precisa constar na nossa rotina. Obrigada, Diego e João, pelo cuidado com o cadastro. Vocês conseguem separar os eventos de teste pela identificação, ou precisam de um filtro manual antes de enviar?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Resumindo, é fluxo controlado. A destinação do documento muda o que o tomador precisa provar em despesas, então o tipo de tomador precisa estar certo desde a origem. Pessoas físicas, MEI, frotistas e transportadoras entram em lógicas diferentes, e misturar essas bases gera lote rejeitado ou dado sem prova. No emissor próprio, o ponto central é o envio dos documentos gerados ao ADN no padrão nacional, com retorno conferido contra a origem. Recomendação prática: separe os tipos de tomador no cadastro, valide um lote pequeno na base de testes e só então libere a rotina completa da NFS-e. Para aprofundar, veja documentos fiscais eletrônicos no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Luciana, outra forma de resolver é manter a emissão no sistema de origem e fazer só o envio ao ADN, sem alterar o cálculo. Isso vale quando o documento já sai completo e o leiaute cobre todos os campos. Quando falta campo que o sistema de origem não tem, o caminho muda: ajuste o cadastro antes do envio, e não depois. Um ponto importante, ó: a declaração segue o que foi definido pelo contribuinte, e a equipe só executa o que for decidido.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Diego, concordo em parte, o cadastro do emissor pesa bastante. Mas discordo de que isso resolva sozinho. Olha, um lembrete: o conteúdo enviado segue o leiaute, conforme a modalidade de cada registro, e concessionárias de rodovias não entram do mesmo jeito que frotistas. Por isso, eu separaria os eventos por tipo de tomador antes do envio. Essa separação evita que um registro de rodovia caia na mesma regra de pessoa física.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Mas o emissor próprio já não resolve o envio? Discordo de que seja só enviar. Agora, como vimos, o texto fala em compartilhar os documentos gerados, mas sem os municípios cadastrados e os tomadores bem identificados, a comprovação do lado do tomador fica frágil. Eu olharia primeiro o cadastro de municípios e de tomadores no sistema de origem, e só depois o retorno do envio. Só então testaria o lote completo.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

No meu caso de ECC 6.0, com emissor próprio, a resposta curta é enviar os documentos gerados ao ADN no leiaute padronizado. Olha, vale registrar: o texto de referência fala em autorizar a emissão no padrão nacional e, na hipótese de emissor próprio, enviar os documentos. Isso ajuda a assegurar que o tomador fique identificado. Eu não mexeria no fluxo de origem antes de testar, porque o retorno de cada envio precisa voltar para o mesmo número de documento. Guarde o protocolo de cada lote e confira contra o que o sistema de origem mostra.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em Documentos fiscais eletrônicos no SAP: NF-e, CT-e, MDF-e, NFS-e, NFTS e entrada.

Ver todas do fórum