Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
9 Respostas

Na energia, a rotina aqui é esta: o time de compras comprou um item de uso e consumo e agora quer usar o mesmo código como insumo de produção. No Bling eu preciso informar o CFOP no cadastro, e não achei um campo claro para isso. Já tentei duas vezes, pelo cadastro do produto e pela nota de teste, e nas duas o sistema aceitou o código sem perguntar a operação. Agora, a regra é a mesma para o item ou muda conforme a saída? Quero registrar o CFOP sem misturar consumo com revenda. Como vocês fazem para cadastrar o CFOP no Bling sem bagunçar o cadastro do contribuinte?


Atualização:

Dúvida curta: o código de apoio serve também para a nota de entrada? Obrigado, pessoal, já me ajudou muito. Testei o cadastro único na homologação e a nota de retorno saiu sem o CFOP certo. Agora, a regra é, sei lá, eu não tinha pensado na entrada. Vou seguir com a regra por operação, como a Jéssica sugeriu. Alguém já mediu quanto tempo leva a revisão manual nesse caso?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com a maioria: a tabela de apoio e o cadastro único têm espaço, mas nenhum dos dois resolve o CFOP sozinho. O ponto que pesa é a operação, e não o código do item. Para os casos frequentes, o ideal é definir uma regra por operação e testar com notas reais, sem depender de uma amostra exatamente igual ao caso. Discordo de confiar só na conferência interna para esconder duplicidade: o relatório fica bonito e a apuração não bate. Recomendação prática: escolha um código por item, documente o CFOP de cada operação, faça uma amostra com as operações mais comuns e só depois habilite o restante. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na nossa rotina de comércio eletrônico, a gente recebe nota de devolução todo dia, e então, como todo mundo sabe, o CFOP muda conforme a origem. Já tentamos um código por tipo de produto e virou uma bagunça. Hoje usamos uma regra por operação, e o contribuinte escolhe o CFOP na emissão, com controle de créditos conferido toda semana. Vale mais quando a operação é padronizada e o volume passa de alguns milhares de notas. Quando o caso é raro, cadastro manual com revisão funciona melhor.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Se o Alexandre tem razão sobre a proposta, eu completo com um ponto saindo um pouco do tema, né, mas que ajuda: a resposta do fiscal começa no cadastro. Quando alguém cadastrar consumo e insumo com o mesmo código, o sistema não avisa nada, e a resposta do auditor sai diferente do teste. Alexandre, a checagem precisa ser item a item, não por amostra, principalmente para o consumo que virou insumo. Vale cruzar com o CFOP de cada nota.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Anderson, completo com a homologação. Olha, na homologação, as mercadorias com dois tipos geram perguntas dos auditores sobre qual código entrou na nota, e isso poderia ser evitado com uma regra de cadastro. Poderia também ser útil documentar o CFOP por tipo de operação antes de qualquer mudança. Quando a auditoria chega, a pergunta costuma ser simples, mas a explicação exige rastreio. Vale registrar a decisão e o motivo.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O resultado que importa é este: a proposta descrita não é criar dois cadastros, e sim dois registros 0200 com o mesmo código e tipos 01 e 07. Discordo da Valéria quando ela fala em documentar o CFOP por tipo antes de tudo, porque antes disso eu conferiria o registro. Propondo a documentação agora, o registro de vocês continua do mesmo jeito e o problema volta no SPED. O básico, tá: a gente precisa ver se o tipo do registro e o CFOP andam juntos no teste. Valéria, me corrija se eu estiver errado.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Camila, o caso dos relatórios que você citou foi justamente o que nos fez mudar. Olha, ou seja, criamos um código de apoio só para a gestão gerencial e mantivemos o cadastro original para o fiscal, sem clonar o item para o lado da matéria. Funciona bem quando o inventário precisa de um corte à parte e o fiscal quer um único código. Quando o volume é baixo, essa separação só atrapalha, então voltamos a tratar pelo CFOP e pela operação. Dá para melhorar o processo sem duplicar, se a regra de cada operação estiver escrita.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que eu já vi foi um cadastro com o mesmo código aparecendo em dois tipos, e na virada do mês o relatório interno não batia. Discordo da Eliane quando ela fala em testar uma nota de cada tipo: isso cobre o caso raro, mas não os casos frequentes, que são os que estouram no fechamento. O chato é, né, que o relatório interno usa o código e não a operação, então o problema some na tela e volta no SPED. Antes de liberar, monte um cenário com os materiais mais usados e compare com a apuração do CFOP.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com a Aline: manter um só cadastro é o caminho mais limpo. Discordo quando ela diz que a tabela de apoio resolve tudo, porque o estorno só fecha certinho se a operação tiver CFOP diferente e o sistema reconhecer isso na nota. A regra é, tá: o código do item não decide o CFOP sozinho, quem pesa é a operação. Se a mesma mercadoria sai em duas operações diferentes, o CFOP é exatamente o que separa o estorno do crédito normal. Aline, vale testar uma nota de cada tipo antes de liberar o cadastro para todos.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Só um código, sim, e eu não criaria dois códigos iguais para o mesmo item. Manteria um cadastro e separaria a finalidade pelo tipo de mercadoria e pelo CFOP da operação, o que preserva o controle gerencial sem duplicar o cadastro. Já vi equipe criar código duplicado para ganhar controle e depois gastar semanas corrigindo créditos que não batiam. Se a saída de uso sai com um código e o insumo entra com outro, o problema aparece na apuração, não no cadastro. Olha, aqui por perto a gente resolveu com uma tabela de apoio, e funcionou bem.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em ICMS e substituição tributária.

Ver todas do fórum