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9 Respostas

Quando cadastro um item de uso e consumo no HIPER com tipo 07, a transferência entre dois estabelecimentos do mesmo contribuinte sai com CFOP 5/6.949, e ainda não sei se preciso reverter o crédito de ICMS e IPI. Então, a título de exemplo, emiti uma nota dessas para testar o fluxo e o sistema pediu o bloco C. Já tentei cadastrar um segundo item igual com tipo 01 para insumo de produção, mas o HIPER barrou por duplicidade. Como cadastrar o CFOP no HIPER sem perder a rastreabilidade? Qual caminho vocês seguem?


Atualização:

O risco que eu já vi é o cadastro duplicado virar problema no fechamento do mês seguinte. Então, a título de exemplo, se o 0200 ficar com dois tipos no mesmo código, a exportação pode sair com a linha errada. Vocês já exportaram esse tipo de caso para o SPED? Qual foi o resultado no validador da EFD?


Atualização:

Quando o Paulo e o Túlio falaram de tipo, entendi que o caso fecha com dois itens separados. Então, a título de exemplo, aceito a separação, desde que o XML saia limpo na validação. Obrigada a todos. Vocês já tiveram rejeição por duplicidade nesse caminho? Qual foi a saída?

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Concordo em parte com a linha geral: separar a finalidade é o caminho mais limpo. Discordo de tratar a dúvida como simples cadastro, porque o tipo de material interfere no tratamento da operação, e essa decisão cabe ao cliente. Para o CFOP no HIPER, a recomendação prática é documentar a regra por tipo, testar uma nota de transferência com cada tipo de matéria e só depois ajustar o cadastro. Não leve o caso para o sistema antes de a equipe fiscal fechar a tese. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Dúvida curta, Murilo: no CFOP do HIPER, o código precisa ser só um? Bem, em linhas gerais, eu acrescentaria que, quando as operações são frequentes, o cálculo interno vale mais que a regra do cadastro. Exatamente por isso, anotaria a regra na documentação antes de criar o segundo tipo. Assim a equipe sabe o motivo da separação quando alguém perguntar.

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No automotivo, aqui no HIPER, a nossa rotina é outra: as peças têm códigos próprios, e o tipo muda conforme a finalidade, não conforme o item. Batendo o olho, né, prefiro manter um código por peça e separar o tipo nas operações diferentes da filial. Assim o estorno de crédito sai onde a regra indica, sem duplicar cadastro. Quando vale esse caminho? Quando o volume é alto e a equipe consegue manter o tipo por operação.

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O cadastro com dois tipos passa no teste ou não? Um lembrete, tá: no meu lado de ABAP só consigo testar com o consumo real da filial. Paulo, a sua resposta sobre o CFOP falou da natureza da operação, mas não disse como o consumo do item muda o XML que sai para a SEFAZ. Qual campo vocês olham primeiro?

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O x da questão é esse. Aline, complemento com um ponto novo: propondo dois registros no HIPER com o mesmo código, valide antes se o leiaute aceita essa repetição, porque não conferi a chave do 0200 aqui. Se aceitar, documente o motivo do tipo em cada registro e teste uma exportação de amostra antes de liberar o mês.

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João, discordo do ponto de que separar por tipo ajuda pouco. O ganho é, viu, na leitura do inventário no HIPER, porque as mercadorias de revenda costumam pedir grupo próprio. Você poderia dizer que é só cadastro, mas as perguntas da auditoria aparecem justamente no fechamento. Discordo com educação: vale o trabalho de separar agora, porque refazer no mês do fechamento custa mais.

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Concordo em parte com o Túlio: separar por tipo é o caminho certo para o cadastro interno do HIPER. Discordo que isso seja regra frequente, porque a exceção é, tá, o item que serve para os dois usos. Um ponto novo: antes de duplicar, mapeie quais itens são de fato frequentes na produção e quais são só de uso, e registre a regra por escrito.

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Paulo, dúvida curta: quando você diz que o código é o mesmo, está falando do item inteiro ou só do tipo? Olha, o cerne está aí, porque no meu caso o item sai com tipos diferentes conforme a operação, e exatamente isso muda o estorno. Hoje a migração para o HIPER trata tudo como um cadastro só, e eu preciso separar.

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No meu projeto, pois é, a dúvida de CFOP depende da natureza da operação, e essa decisão cabe ao cliente e à equipe fiscal dele. Não conferi aqui a chave do 0200 no leiaute, então não afirmo se dois lançamentos com o mesmo código são aceitos. Para os créditos, o controle precisa acompanhar a operação e não o item, porque misturar códigos gera erro de apuração. Eu validaria com o time fiscal antes de criar o segundo código.

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