Com dois décadas de vivência fiscal, migrar para o ambiente do SAP com o GUEPARDO Tax tem gerado alguns pontos de fricção, especialmente ao lidar com a complexidade da substituição tributária. Estamos tentando mapear cenários onde a tributação concentrada ocorre, como em operações envolvendo combustíveis ou produtos de limpeza, seguindo o que determina a legislação. Já tentamos simular a mecânica de cálculo para assegurar que a arrecadação esteja correta, mas a transição dos conceitos antigos para o fluxo do sistema é delicada. Resumindo, tá, diante das operações sujeitas ao regime, qual seria a abordagem mais precisa para dimensionar corretamente o imposto devido, considerando a diferença entre alíquotas internas e interestaduais?
Atualização:
Agradeço a todos os apontamentos sobre a rigidez desse processo. Eu revisei os cenários de tributação concentrada em uma única etapa, especificamente aqueles envolvendo combustíveis ou energia elétrica, simulando o fluxo até o encerramento tributário. Resumindo, tá, gostaria de discutir como garantir que o mapeamento dos parâmetros fiscais esteja totalmente robusto para os casos onde a tributação se encerra por terceiro, sem comprometer o cálculo subsequente.