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6 Respostas

Se a nota de troca de mercadoria sai do S/4HANA com o CFOP que o GUEPARDO Tax sugere, mas o cliente devolve o item e recebe outro no lugar, o CFOP anterior fica estranho no livro e o cadastro precisa ser alterado. Já revisei a determinação de CFOP no sistema, conferi as regras e ainda não achei onde as entradas dessa troca ficam amarradas. Pelo que li, as notas de compra aparecem classificadas de um jeito e a devolução de outro, e isso me deixa insegura. O combinado é, viu, que eu preciso fechar isso até sexta. Qual CFOP se usa numa troca de mercadoria, afinal?


Atualização:

Concordo em parte com você, Maria, mas discordo de pedir tanto documento antes de testar. No meu teste de CFOP para troca de mercadoria, a nota de devolução passou e a de saída nova foi rejeitada na validação. Obrigada pelas respostas. O combinado é, viu, que vou repetir o teste com a referência preenchida. Alguém já viu a rejeição sumir só ao informar a nota original?


Atualização:

Valeu a ajuda, pessoal. O combinado é, viu, que testei a troca com a nota original referenciada e o CFOP da saída passou, mas o livro mostrou a entrada com outro código. Será que o GUEPARDO Tax recalcula o CFOP na devolução ou preciso ajustar a determinação à mão? Rodrigo, na sua prática de troca, quem define isso: a parametrização ou o usuário?

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Quando a dúvida é qual CFOP usar numa troca de mercadoria, o processo começa pela natureza de cada nota envolvida, não por um código único. Em ambientes com produção própria ou revenda, e também com prestações associadas, a devolução e a saída nova podem pedir códigos diferentes, e o texto de cada CFOP no cadastro mostra o que cabe. Convém conferir a vigência, guardar a referência da nota original e testar no sistema antes de emitir. A escolha final da natureza é do cliente; quem configura deixa o comportamento do SAP e do GUEPARDO Tax comprovado. Recomendação: monte um roteiro de teste com os casos de troca e valide com o responsável fiscal. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Cada nota da troca carrega o seu próprio CFOP, e isso aparece no XML. Veja, olhando o XML, o código está lá em cada item. Rodrigo, discordo que só a vigência baste: para fatos ocorridos antes de uma mudança, vale conferir a versão do CFOP daquela época. Em operações de telecom vejo isso quando uma prestação é reemitida. Na troca de mercadoria o raciocínio é parecido, e o CFOP acompanha a data do fato, não a data da correção.

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Úrsula, completo com um cuidado: os códigos mudam conforme a data dos fatos geradores, então a versão do CFOP vigente na emissão importa. Bem, quer dizer, no meu projeto de serviços olhamos primeiro se a troca envolve mercadoria de uso industrial ou de revenda, porque códigos de industrialização têm descrição própria. Primeiro, confira a vigência. Segundo, confira a descrição do CFOP no cadastro. Terceiro, valide com quem responde pela decisão. Sem isso a troca fica sem amparo.

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O risco que já vi é usar um CFOP só porque o nome parecia certo. Rosana, no meu caso, vindo de outro ERP, o mesmo estabelecimento emite a troca para clientes de estados diferentes. Pra ser justo, pois é, não sei se a nota explicativa de cada código muda isso. O Ajuste SINIEF faculta algum código novo para esse caso? Em que ponto do cadastro você confere isso antes de emitir?

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Será que dá para tratar a troca só como duas notas? Discordo um pouco, Rosana. Na auditoria vejo que cada devolução e cada compra precisam ter vínculo claro com a nota original, senão o CFOP escolhido não se sustenta. O truque é, pois é, guardar a referência da nota e o motivo da troca. Quem decide a natureza é o contribuinte, e o sistema só executa. Já vi cooperados trocarem produto no balcão e ficarem sem documento que explicasse o CFOP usado.

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Na minha rotina de agro, a troca vira duas notas: uma de devolução e uma de saída nova, e cada uma tem o seu CFOP. Os códigos que classificam a devolução são de entrada, e o da saída nova segue a natureza da venda de itens comercializadas antes. Na comercialização normal, o que vale é o que a nota representa. Meu ponto, viu, é conferir o texto de cada código no cadastro do sistema antes de parametrizar, e pedir ao cliente a confirmação da natureza.

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