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6 Respostas

Se o CFOP 6949 aparece numa saída, como saber o tratamento dele? Estou revisando a tabela de CFOP no RISE with SAP e, no log de uma carga de teste, o 6949 veio numa nota. Olhando outros códigos, vi que o 1.933 foi acrescido pelo Ajuste SINIEF 03/04 e que cada descrição guarda uma versão anterior. Para a aquisição de serviço isso é claro, mas para o 6949 não achei texto. Vale registrar, tá: não mexi no cadastro ainda. Quando o CFOP 6949 gera tributação? Preciso de um caminho para decidir.


Atualização:

Ivone, obrigada. Fiz o que a Raquel falou: guardei a data e o texto oficial do 6949 ao lado do cadastro, vale registrar, tá. Ainda não sei se a tributação muda por operação. No log, o mesmo CFOP aparece em duas notas diferentes. Posso tratar as duas igual ou preciso da decisão do responsável fiscal para cada uma?


Atualização:

Ficou claro o que preciso fazer. Obrigada, Jefferson. Vou testar a tabela de vigência no RISE with SAP e comparar as duas notas do log. Vale registrar, tá, que o 6949 depende da decisão do responsável fiscal. Alguém sabe se a vigência vale pela data do fato ou pela da emissão?

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Se você precisa saber quando o 6949 é tributado, comece pelo texto oficial do código e pela vigência, não pela memória dos colegas. Esse tema não se resolve por analogia com outros códigos; o que dá para fazer é ler a descrição de cada um e guardar a data de cada versão em cada unidade fiscal. Tributado ou não é decisão do responsável fiscal. Recomendo montar no SAP uma tabela com texto, vigência e responsável pela decisão, e anexar a confirmação por escrito antes de parametrizar o 6949. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Dois caminhos a avaliar. Veja, em linhas gerais: o primeiro é conferir a redação vigente do CFOP na data da operação, já que a redação do 5.933 mudou por Ajuste SINIEF; vale quando o volume é pequeno. O segundo é manter no SAP uma tabela com a vigência de cada texto, para as prestações de serviço e para o 6949; vale quando há muitas notas. Em qualquer caso, a prestação concreta é analisada pelo responsável fiscal.

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O risco que já vi foi nota de transporte com dados informados errados. No nosso caso, ó, tinha serviço iniciado em outro estado e o CFOP seguia o padrão do prestador. Ivone, esse tipo de erro só aparece na auditoria. Para o 6949, antes de liberar, peça confirmação do responsável fiscal e registre a data. Dá frustração, no ECC 6.0 qualquer CFOP passa.

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Fiquei com uma dúvida, Daniela: o 6949 depende da UF? A regra é, viu, ler o texto antes de supor, porque os códigos de transporte 1.932 e 2.932 tratam do prestador inscrito em UF diversa daquela onde o transporte começa, e o contribuinte é quem confere isso no caso dele. Para o 6949 eu não sei se existe uma comparação parecida, então confirmaria no texto oficial do código antes de parametrizar qualquer coisa no sistema.

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Concordo em parte, Rogério, mas discordo de comparar UF no 6949. Seja como for, tá: primeiro, a nota explicativa de cada código tem efeitos por período; o texto do 1.933 indica efeitos de 01.01.05 a 31.05.22. Segundo, a federação aparece no texto dos códigos de transporte, e não conferi se aparece no 6949. Então eu leria o código antes de definir a regra.

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Na minha rotina de siderurgia, a primeira coisa que faço com o 6949 é abrir a tabela oficial, porque a descrição do código e o responsável fiscal é que definem o enquadramento. Veja, por experiência, as aquisições de serviço têm códigos próprios, como 1.933 e 2.933, e a competência municipal aparece no texto do 5.933. Eu leio o que cada código classificam e confiro a vigência. Para o 6949, leia o texto do próprio código antes de parametrizar a tributação.

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