O que me trava agora é a taxa dos bens usados. Estou num S/4HANA 2021, na área de construção, migrando de outro ERP há poucos meses. Um equipamento de segunda mão, adicionado ao imobilizado, ficou com a mesma taxa de um bem novo. Pra ser justo, né, eu cadastrei a data de compra e não a de uso, então o erro pode ser meu. Já conferi a vida útil padrão do grupo de ativo, mas não achei onde o sistema separa usado de novo. Como vocês fixam a taxa anual quando o bem chega usado e a vida útil admissível do novo é conhecida?
Atualização:
Concordo em parte com a Larissa, o tempo que sobra faz sentido para o meu caso. Mas discordo que a metade do prazo seja sempre a saída segura. Testei o critério da metade nos bens usados do ambiente de testes e o valor ficou bem diferente do que eu esperava. Pra ser justo, né, ainda falta conferir a data de uso no meu cadastro. Qual foi o passo que vocês seguiram para revisar o valor depois?
Atualização:
Valeu, Débora, boa ideia. Testei a inspeção física num bem usado de teste e o laudo ajudou bastante. Anotei tudo e vou montar a folha com esse critério. Pra ser justo, né, ainda não sei se a auditoria aceita o laudo como base. Vocês levaram o laudo para o fiscal antes da auditoria ou depois?
Atualização:
Depois que o registro contábil estiver pronto, eu sigo esse caminho, pra ser justo, né, sem pressa. Montei uma planilha com bens usados e o resultado bateu com o laudo. Só fico na dúvida sobre a planilha de apoio quando o auditor pedir. Vocês já mandaram esse material para a fiscalização, ou ele ficou só no sistema?
Atualização:
Dúvida curta: para um transformador, vale a mesma regra de bens usados mesmo sendo peça pesada? Pra ser justo, né, ainda não testei esse tipo. Obrigado, Matheus, a conta da data de início ajuda muito. Vou simular isso antes e volto com o resultado. Você já aplicou em peça desse porte?