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Fóruns / IRPJ, CSLL e preço de transferência no SAP

Como será calculada a depreciação de bens adquiridos usados?

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8 Respostas

O que me trava agora é a taxa dos bens usados. Estou num S/4HANA 2021, na área de construção, migrando de outro ERP há poucos meses. Um equipamento de segunda mão, adicionado ao imobilizado, ficou com a mesma taxa de um bem novo. Pra ser justo, né, eu cadastrei a data de compra e não a de uso, então o erro pode ser meu. Já conferi a vida útil padrão do grupo de ativo, mas não achei onde o sistema separa usado de novo. Como vocês fixam a taxa anual quando o bem chega usado e a vida útil admissível do novo é conhecida?


Atualização:

Concordo em parte com a Larissa, o tempo que sobra faz sentido para o meu caso. Mas discordo que a metade do prazo seja sempre a saída segura. Testei o critério da metade nos bens usados do ambiente de testes e o valor ficou bem diferente do que eu esperava. Pra ser justo, né, ainda falta conferir a data de uso no meu cadastro. Qual foi o passo que vocês seguiram para revisar o valor depois?


Atualização:

Valeu, Débora, boa ideia. Testei a inspeção física num bem usado de teste e o laudo ajudou bastante. Anotei tudo e vou montar a folha com esse critério. Pra ser justo, né, ainda não sei se a auditoria aceita o laudo como base. Vocês levaram o laudo para o fiscal antes da auditoria ou depois?


Atualização:

Depois que o registro contábil estiver pronto, eu sigo esse caminho, pra ser justo, né, sem pressa. Montei uma planilha com bens usados e o resultado bateu com o laudo. Só fico na dúvida sobre a planilha de apoio quando o auditor pedir. Vocês já mandaram esse material para a fiscalização, ou ele ficou só no sistema?


Atualização:

Dúvida curta: para um transformador, vale a mesma regra de bens usados mesmo sendo peça pesada? Pra ser justo, né, ainda não testei esse tipo. Obrigado, Matheus, a conta da data de início ajuda muito. Vou simular isso antes e volto com o resultado. Você já aplicou em peça desse porte?

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Há razão no que foi dito sobre medir pelo que cabe ao item hoje. Discordo, porém, de adotar um percentual único e ignorar o histórico. Antes de lançar, confirme se o montante registrado bate com a nota de entrada e com o laudo técnico. Bens recebidos de outras unidades pedem cuidado extra, porque a origem muda a leitura. Minha recomendação final é montar uma folha por item, com origem, dia de entrada, prazo escolhido e motivo, e revisar essa folha uma vez por ano. Assim a decisão aguenta qualquer revisão. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Na minha rotina de energia, o caso envolve bem usado comprado de outra unidade, como um transformador. Completando a Natália Pires, eu olharia primeiro as operações de compra e de transferência, porque cada uma muda a data de início. Sem essa informação, a pergunta sobre quanto resta de vida útil não tem resposta segura. Bem, veja bem, o sistema só calcula o que for informado, então o cadastro precisa estar completo. Vale separar as pessoas que cuidam do cadastro das que conferem.

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O que mais pesa aqui é manter a escrituração separada para cada bem usado, com data de entrada e prazo definido. Somando ao que o Rafael Cardoso colocou, isso ajuda na instalação do módulo de ativos e evita confusão entre as unidades do grupo. Vale checar também o relatório de cálculo, que o auditor quer ver aberto. Então, e aí, de qualquer forma, o controle fica simples quando cada linha tem origem.

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Adriana Machado, nos bens usados a gente trata de outro jeito. Medimos o desgaste por inspeção física e lançamos a taxa que a determinação técnica indicar. Quando a documentação do equipamento traz as disposições de uso com clareza, seguimos essas regras, e quando não traz, seguimos o tempo de sobra do bem. O caminho técnico vale quando existe laudo, e o contábil fica de reserva. A lição é guardar a origem de cada número.

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O risco que já vi é tratar o bem usado como novo no primeiro ano. Somando ao que o Rafael Cardoso disse, o valor declarado pelo vendedor pode não refletir o estado do bem, então não serve de base sozinho. A parcela deduzida no período só fica certa quando o prazo bate com o estado real. De modo geral, a diferença aparece na base de cálculo e não no percentual. Por isso vale conferir a nota de compra antes de qualquer lançamento.

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Qual o melhor caminho para os bens usados? Na nossa equipe, quando as condições do bem estão claras, usamos o tempo que resta de vida útil, considerada a data de entrada em uso. Quando o histórico não está claro, aplicamos a metade do prazo e registramos a decisão por escrito. Esse critério vale mais para ativos de pouca variação, e a escolha muda de caso para caso. Em geral, isso reduz surpresas no fechamento.

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No meu caso de mineração, com ERP antigo, a taxa do bem usado foi calculada pelo time comercial sem olhar o histórico de uso. Veja, a verdade é que discordo de usar a metade do prazo como regra fixa, porque o equipamento pode ter vida mais curta por causa do uso pesado na mina. As regras complementares pedem que se confira o estado real antes de decidir. Por isso, minha sugestão é registrar o motivo de cada taxa e revisar o caso com o responsável fiscal.

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Se os bens usados foram adquiridos de terceiro, a taxa anual sai do maior entre a metade da vida útil prevista para um bem adquirido novo e o tempo que ainda resta. Por via das dúvidas, confira se o cadastro guarda a data da primeira utilização, porque ela define esse restante. Sem essa data o cálculo fica no chute, e o auditor cobra por ela. Com o cadastro certo, o valor acompanha o estado real do bem.

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