Pular para o conteúdo

Fóruns / SPED Fiscal por bloco: 0, B, C, D, E, H, 1 e 9 no SAP

Nos registros em que são solicitados os códigos das contas contábeis (campo COD_CTA), deve ser utilizado o plano de contas da empresa ou o referencial da ECD?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
7 Respostas

Pessoal, no SPED da nossa empresa de varejo, a ECD pede o CODCTA, e a EFD ICMS IPI também pede a conta, mas o sistema não deixa escolher. Já tentei usar o plano de contas que o ERP administra, mas o validador rejeitou alguns registros porque a conta analítica não bate com a lista do referencial. A diferença ficou só no código, e, bem, um alerta, o saldo estava certo. Estou no S/4HANA, com a equipe de fiscal parada esperando. Qual plano de contas deve ser usado nesses registros, o da empresa ou o referencial da ECD?


Atualização:

Na minha rotina de varejo, eu rodei a validação de um mês inteiro com o plano da empresa e o referencial lado a lado. Os registros que falharam eram todos de um grupo de contas de despesa, e, bem, um alerta: o validador não avisa qual dos dois foi usado, então eu perdi tempo nisso. Larissa, você já viu um caso em que o referencial pegou a conta errada? Qual foi o caminho que vocês usaram?


Atualização:

O risco que já vi é o usuário fechar a lista de contas sem conferir a origem de cada código. Obrigado pelos pontos de todo mundo, isso ajudou, e, bem, um alerta: não confie só no validador, porque ele aceita os registros mesmo com vínculo frágil no referencial. Vinícius, você já usou alguma regra de checagem antes da entrega? Ainda estou montando a minha.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Sem drama, o caminho é simples. Antes de escolher, registre por escrito a base adotada e o motivo, e mantenha esse vínculo em cada conta. Na prática, faça a revisão em dupla com os dados de uma unidade e só depois replique para as outras. O financeiro e o fiscal precisam estar na mesma reunião, porque a Fazenda recebe a escrituração com essa escolha. Com isso, a decisão vira um registro auditável e a manutenção fica menos cara. Essa rotina também evita correria quando a equipe muda, porque quem entra depois encontra por escrito o motivo do referencial escolhido. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Caio, completo o seu ponto com um detalhe: quando a empresa opera em mais de um dos estados, o plano precisa ter o mesmo vínculo em todos. Os exemplos mais comuns aparecem em estoques de filiais, onde a conta aponta para outro item do referencial. Isso parece pequeno, mas, agora, calma lá, gera diferença na escrituração de cada unidade. Quem mapeia por unidade reduz esse problema cedo.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com a Camila, o plano da empresa pode ser mantido. Só que discordo do prazo: a parte de vínculo precisa estar pronta antes da entrega, e não depois. Quem está disposto a mapear por conta tem menos retrabalho. Acrescento o enfoque da auditoria: o auditor olha a regra, não a intenção do plano. E, agora, um palpite, o time que documenta o vínculo passa pela fiscalização com menos dor.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Não seria mais simples mapear tudo de uma vez? Na nossa rotina de bebidas, a gente prefere outro caminho: um detalhamento por conta, linha a linha, com a conta devedora em primeiro lugar. Isso vale, segundo o que li, quando a empresa tem um plano próprio muito antigo. Eu não vejo problema em manter o plano da empresa diretamente, desde que o vínculo com o referencial fique anotado. Quando o plano é novo, o mapeamento completo continua sendo o mais seguro.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Quando a contrapartida é uma conta credora, o código pode mudar de lugar, e as contas contábeis do plano precisam acompanhar. Discordo, com respeito, da Larissa num ponto: o plano da empresa não resolve sozinho se a conta não tiver equivalente no referencial. Eu já vi isso num cliente de mineração, e a diferença apareceu no código, não no valor. E, agora, o problema é que a ECD não aceita um código sem vínculo. Então o plano precisa ter o vínculo mapeado antes.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O resultado que importa é ter um controle único de contas, antes de comunicar qualquer coisa à fiscalização. Na nossa equipe, a gente cria um quadro de correspondência entre o plano da empresa e o referencial da ECD. Vale esse caminho quando há muitas contas e o conhecimento do time é limitado. Se a operação é pequena, basta manter o plano próprio com cuidado. O erro mais comum, pelo que testei, pois é, é trocar a conta sem atualizar o quadro.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Plano da empresa, nunca o referencial. O código usado pelo informante, vamos lá, pois é, vale mais que a lista da ECD. Eu testei com a combinação de contas do balancete e o validador aceitou depois que o código ficou igual ao da escrituração. Os registros aplicados ao saldo precisam bater, e aí o erro some. Leonardo, se o plano não estiver igual, o ajuste é só de correspondência.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em SPED Fiscal por bloco: 0, B, C, D, E, H, 1 e 9 no SAP.

Ver todas do fórum