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Fóruns / Imposto Seletivo

Qual lei instituiu o imposto seletivo?

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5 Respostas

Olá pessoal, quem acompanha a migração para o ECC 6.0 e está lidando com as novas estruturas fiscais, provavelmente já se deparou com a complexidade do Imposto Seletivo. Estamos em um ponto onde a correta segregação dos tributos se tornou crucial para nossos fechamentos contábeis. Meu foco tem sido entender como as implicações do IBS e da CBS se articulam com este novo tributo, justamente para simular cenários passados. Tentamos mapear a origem legal deste tributo, dada a sua natureza recente, e achei que seria útil compartilhar a dúvida aqui. No fechamento, ó, gostaria de saber qual dispositivo normativo estabelece a instituição deste imposto específico.


Atualização:

Agradeço as contribuições de todos neste debate técnico. Eu estava revisando como os dados do consumo total são tratados no fechamento, ó, e como isso se relaciona com a estimativa da receita do Imposto Seletivo. Gostaria de saber se há algum detalhe adicional sobre como a aplicação dos regimes específicos influencia o cálculo dessa estimativa, além do que já foi apresentado sobre o Livro II.

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Dado que a origem normativa do tributo foi estabelecida, o foco agora deve ser a operacionalização desses conceitos no ambiente de gestão. A correta segregação dos tributos mencionados, especialmente ao mapear a transição para o novo arranjo, exige atenção rigorosa ao tratamento dos fluxos informacionais. Quando o objetivo é estimar a receita gerada pelo imposto, é fundamental que o sistema reflita precisamente como cada regime tributário específico modula a apuração desse valor, além do que o corpo normativo detalha no Livro II. Minha sugestão é validar se os parâmetros de entrada no sistema estão espelhando essa influência dos regimes diferenciados para garantir a acurácia da projeção. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Bem, saindo um pouco do tema, mas tocando na aplicação prática, nós tivemos que correlacionar o entendimento da legislação com o fluxo de dados do sistema. Dependendo se o nosso objetivo é apenas registrar a passagem do tributo ou simular o cálculo da restituição para o consumidor final, o nível de detalhamento necessário difere. Se o foco é a passagem, basta reconhecer a tributação do Livro II. Se for o cálculo do consumo devolvido, é preciso cruzar os dados seguindo o que está previsto para os produtos sob o Imposto Seletivo.

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Vanessa Freitas, bem, como bem lembrou, a minha análise contratual aponta que o Decreto nº 12.955, de 2026, é o documento que sanciona a Lei Complementar que institui o Imposto Seletivo, junto com o IBS e a CBS. Olhando o texto compilado, percebemos que a estruturação desses tributos é feita em paralelo, sendo o Livro II dedicado ao Imposto Seletivo. Isso nos força a garantir que qualquer passagem de dados entre sistemas reflita essa separação legislativa desde o início do processo.

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Para endereçar a questão da base legal do tributo, minha equipe optou por uma abordagem diferente ao mapear a origem. Enquanto alguns seguem o rito da promulgação, nós fizemos um paralelo entre o escopo inicial prometido e a aplicação prática do texto compilado. Se o desafio é apenas validar a existência e a natureza do fisco, como no fechamento inicial, vou direto, pois é. No entanto, quando precisamos modelar a devolução às famílias, é imprescindível correlacionar o consumo com as ressalvações relativas ao Imposto Seletivo, conforme o detalhamento do Livro II.

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A instituição do Imposto Seletivo está contida no Decreto nº 12.955, de 2026. Eu estava revisando os impactos do novo regime no fechamento do mês passado, e a questão da fundamentação legal tornou-se um gargalo sério. O texto compilado menciona que esta legislação institui o IBS, a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o próprio Imposto Seletivo. Agora, o cerne é como os dados de consumo total, ressalvados os tributos do Livro II, serão considerados para a devolução às pessoas físicas. É um volume de variáveis que exige extrema precisão no S/4HANA.

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