Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas

Concordo em parte com quem diz que a NCM se acha em qualquer site, mas discordo de que o resultado seja confiável sem conferir. Veja, a ideia é simples: estou em S/4HANA 2021, na indústria química, e usei o Econet para pesquisar a NCM de uns acessórios de tubulação. O resultado trouxe vários agrupamentos e fiquei sem saber qual o alcance de cada código para o meu material. Já comparei com o cadastro no SAP e com a nota do fornecedor, e ainda restou diferença. Como pesquisar a NCM no Econet de forma segura, e o que conferir depois?


Atualização:

Resultado: a dupla checagem funcionou nos meus testes. Obrigado, Ricardo e Aline. Veja, a ideia é guardar a pesquisa do Econet com data, e fiz isso com alguns itens. Fiquei com uma dúvida: quando a NCM do Econet e a do fornecedor divergem, qual delas uso até o cliente decidir?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na rotina de um cadastro novo, o fluxo é este: pesquise a NCM no Econet, confira o código no convênio de substituição tributária do segmento e compare a redação do item com a contida no anexo. Itens de conversão de gases de escape mostram o motivo: se a redação não reproduz o código, o regime pode alcançar só o bem identificado no anexo. Se o fornecedor divergir, a divergência vai ao cliente, que decide. Recomendo guardar data, resultado da pesquisa e responsável pela aprovação, e repetir a conferência quando o anexo mudar. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Quando o Econet e a nota do fornecedor divergem, discordo de adotar a do fornecedor: (1) a decisão é do cliente, não do fornecedor; (2) o fornecedor também pode ter errado; (3) um cadastro contendo NCM errada repete o erro em cada nota, até chegar ao consumidor final. Então, pra fechar, vale consultar a norma e levar a divergência ao fiscal antes de usar qualquer das duas.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Úrsula, concordo e acrescento o registro: guarde a data da pesquisa no Econet e o código escolhido. Agora, na última auditoria, o auditor pediu a evidência de por que os catalisadores de uso catalítico foram enquadrados daquele jeito na NCM, e ter a pesquisa baseada em registro datado resolveu em minutos. Quem decide o enquadramento continua sendo o cliente.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Eu prefiro dupla checagem. O detalhe é que, viu, no meu time a classificação sai do Econet e vai para a revisão de um segundo analista. Vale quando o item é novo ou de cerâmica; para itens antigos, comparo só com a NCM já aprovada no cadastro. Já perdi horas com código divergente, e em caso de dúvida o fiscal do cliente decide.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco é tratar o resultado do Econet como definitivo, então use-o só para localizar a NCM e confirme na norma do segmento antes de gravar. Então, no ambiente de qualidade, testei com itens de veículos automotores e de autopeças, e o código só foi aplicável depois que comparei com o anexo do segmento. Sem isso, o cadastro sai com NCM que ninguém consegue justificar depois.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em IPI, NCM e classificação fiscal.

Ver todas do fórum