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9 Respostas

Pessoal, preciso de ajuda. No automotivo, com SAP e GUEPARDO Tax, preciso consultar como está a isenção de IPI cadastrada num grupo de materiais, e o fechamento está apertado. Abri a tela de determinação de imposto e a mensagem no log diz que não achou condição para o material. Então, meu alerta: não quero mexer em cadastro antes de entender o que está parametrizado. Como vocês fazem para consultar a isenção de IPI de um item, sem alterar nada e sem depender da memória de quem configurou?


Atualização:

Funciona assim mesmo? Obrigada, Kátia, Viviane, Daniela e Juliana. Testei a simulação com um documento de teste e a condição apareceu no resultado, sem alterar cadastro. Então, meu alerta: o log ainda mostra aviso em outro material. Vocês tratam esse aviso como erro de cadastro ou como sinal de que o item nem deveria ter o benefício?

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Para consultar a isenção de IPI com segurança, parta do cadastro do material, olhe a condição usada e confirme no documento gerado. Se o universo for grande, uma extração mostra de uma vez os itens sem condição. Divergência entre cadastro e documento pede checagem das datas envolvidas e registro da diferença. Quem decide se o benefício se aplica é o contribuinte; o sistema apenas reflete o que foi configurado. Recomendação final: monte um roteiro curto, com responsável e data de cada consulta, e adote em todo fechamento. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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Falta um terceiro ponto. Agora, no go-live, primeiro valide a isenção de IPI dos itens críticos, segundo guarde o passo a passo de como consultar cada um, terceiro defina quem aprova. Nádia, as duas datas ajudam, mas o time precisa saber qual delas vale na decisão, e isso é do contribuinte. No RISE with SAP essa trilha fica registrada e facilita a conversa depois da virada.

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Adriana, discordo de comparar só com a data do lançamento como regra única. E aí, na última auditoria, o que nos ajudou foi consultar a isenção nas duas datas e anotar a diferença, porque no nosso caso, no ECC 6.0 da farma, o histórico do cadastro não estava completo. Se ficar só na data do lançamento, você pode perder uma alteração posterior que explica por que o documento saiu diferente. Registrar as duas leituras dá mais segurança, mesmo que dê trabalho.

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O risco que já vi é tratar divergência como falha, Valter. Batendo o olho no que você descreveu, fiquei em dúvida: ao consultar a isenção no documento, você compara com a data do lançamento ou com a data atual do cadastro? No S/4HANA 2023 da distribuidora, o log só mostra a data de execução, e isso me confundiu.

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Concordo com o relatório, Viviane, mas discordo de usar só ele para consultar a isenção. Olha, só um detalhe: no ECC 6.0 ele lê o que está cadastrado, não o que o documento realmente aplicou. Se o cadastro mudou depois do lançamento, o relatório mostra uma coisa e a nota outra. Eu faria as duas conferências, cadastro e documento, e só então concluiria.

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Na siderurgia, o caso que mais aparece é nota de saída com isenção de IPI que o time não sabe explicar. A saída é, ó, consultar o documento fiscal gerado e ver, linha a linha, qual condição entrou. Quando há poucos documentos, a consulta manual basta; quando são muitos, uso uma extração e filtro os itens sem a condição. Na tela, a coluna de condição vazia já denuncia. Quais itens têm direito à isenção é decisão do contribuinte.

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A fonte é, né, quando o relatório da Viviane estiver pronto, vale registrar de onde veio cada dado ao consultar a isenção de IPI. A origem é, né, o que dá confiança: cadastro do material, condição ou documento. Vindo de outro ERP, perdi tempo por não anotar isso. Anote também o dia da consulta, porque o cadastro muda e a conferência de ontem pode não valer hoje, principalmente perto do fechamento.

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Um relatório simples resolveu: lista os materiais com a isenção de IPI marcada e a condição usada. Na última auditoria, ó, precisei consultar isso em massa, e abrir item por item não dava. O log da execução mostrou quais materiais estavam sem condição. Quando o universo é pequeno, vale consultar pela tela; quando é grande, o relatório ganha. Combine antes com o time fiscal qual critério vale, porque essa decisão é do contribuinte.

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Consulte, não altere. Olha, em geral, o primeiro passo é consultar o cadastro fiscal do material para ver a classificação, e o segundo é ver a condição de IPI que o sistema usa. Terceiro, simule um documento de teste e confira se a isenção aparece no resultado. Só depois compare com o que o responsável fiscal informou, porque a conclusão cabe a ele.

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