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6 Respostas

Dúvida sobre o IPI. Aqui na agro, o SAP com GUEPARDO Tax já apura o imposto das entradas, mas na hora de contabilizar o valor que pretendemos recuperar ficou uma diferença entre a apuração e o razão. Já tentei reconciliar por documento e por período, sem fechar. Um alerta, né: prefiro não forçar lançamento manual. Como vocês costumam contabilizar o IPI a recuperar, em conta própria e com qual conferência, para a apuração e a contabilidade baterem?


Atualização:

Se a diferença sumisse só com a conta própria, eu ficaria tranquilo, mas não sumiu por completo. Obrigado, Adriana. Testei no ambiente de homologação separar as entradas por categoria e a diferença caiu, mas sobraram notas antigas. Um alerta, né. Como vocês tratam o saldo anterior à conta nova, sem bagunçar o razão, ao contabilizar o IPI a recuperar?

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Concordo em parte que a conta própria ajuda, mas ela sozinha não fecha a questão. O que sustenta o saldo a recuperar é a qualidade da classificação das entradas e uma revisão fiscal antes de contabilizar. Conforme a confiança nos cadastros, o lançamento pode ir direto à conta definitiva ou passar por uma conta de passagem. Minha recomendação prática: escolha o caminho com o time fiscal, concilie a apuração com o razão todo mês, registre as diferenças encontradas e trate o saldo antigo com um ajuste combinado com a contabilidade. A tese sobre o que se pode recuperar é do contribuinte. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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Emanuel Kaufman, concordo que a qualidade da classificação das notas é fundamental para o lançamento. Na minha experiência migrando para o novo ambiente, víamos que mesmo com a melhor intenção, um deslize precoce na entrada da informação potencializava o retrabalho colossal na fase de encerramento. Por isso, uma camada intermediária parece ser mais prudente.

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Nossa vivência mostra que a chave reside na natureza da operação. Se a classificação fiscal nas notas de entrada é extremamente robusta e revisada por especialista, o lançamento direto utilizando uma conta transitória antes da recuperabilidade imediata se torna viável. Contudo, em cenários de maior incerteza sobre a tributação alfandegária, o uso de uma conta de passagem temporária permite maior controle e acuracidade antes de reconhecer o direito ao crédito fiscal.

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Qual caminho escolher? E olha que, pois é, já fizemos dos dois jeitos no ECC 6.0. O primeiro: contabilizar direto na entrada, já na conta a recuperar, o que vale quando a classificação das notas é confiável. O segundo: contabilizar antes numa conta transitória e só transferir para a conta a recuperar depois da revisão fiscal, o que vale quando há muita nota com cadastro duvidoso. O segundo custa um passo a mais no fechamento, mas evita estorno depois.

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Na química, onde fecho o mês com muita nota de entrada, discordo, Adriana, de que conta separada resolve sozinha. Ao pé da letra, ó, a conta só mostra o saldo; ela não diz se o valor realmente deve ficar como a recuperar. Já tivemos lançamento nessa conta vindo de nota com classificação errada, e o saldo ficou inflado até a conferência. Por isso exijo revisão fiscal antes de contabilizar, mesmo no S/4HANA 2023. Quem define o que se recupera é o cliente, e o sistema só deve refletir essa decisão.

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Conta separada resolve. Veja, sem querer complicar, o que fazemos é contabilizar o valor a recuperar numa conta própria de ativo e conferir todo mês com a apuração. No S/4HANA 2021, o log do documento mostra de onde veio cada lançamento. Se a diferença persistir, olhe primeiro as entradas sem classificação fiscal correta. A política contábil e o que pode ser tomado como crédito são decisões do cliente.

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