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Fóruns / ISS e retenções na fonte

O que é iss auto lançado osasco?

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5 Respostas

Na minha área, um cliente de logística de Osasco me perguntou o que é esse ISS que aparece sozinho, sem nota de entrada do fornecedor. Testei no S/4HANA 2021 a rotina padrão de retenção, e o valor saiu com o adquirente no lugar do prestador. Olhei o relatório de retenção e a tela de administração do imposto, mas nenhuma explica a origem. Quem responde pelo recolhimento nesse caso, o adquirente ou o prestador? E o que o sistema precisa mostrar para que esse valor seja aceito como correto?


Atualização:

O risco que eu vejo é o cliente pagar duas vezes, uma pela retenção e outra pelo lançamento manual que alguém fez para corrigir. Na minha área já aconteceu, e o fornecedor só percebeu no fechamento. Testei em homologação o cenário com o tomador e o prestador trocados, e o valor saiu certo. O teste não cobriu a devolução. Obrigada a todos pelas respostas. Vocês cobriram o caso de cancelamento? Quero saber antes de fechar o cenário.


Atualização:

Certo, obrigada, Nelson. Na minha área, testei a regra com a devolução de um pedido e o ajuste saiu em duplicidade. Não sei se a falha é do cadastro ou da condição de pagamento, então pedi um log ao consultor de SD. A dúvida que fica é esta: vocês guardam o histórico de cada ajuste ou só o valor final?


Atualização:

Quando a tabela de tomadores mudou, testei o cenário inteiro de novo, e o resultado bateu nos dois sistemas. Na minha área isso virou rotina, mas ainda não cobre o caso de cancelamento que eu levantei antes. Obrigada a todos, esse retorno ajudou muito. Vocês já têm um roteiro de cancelamento pronto ou estão montando agora?

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Na rotina de um cliente de logística, o caso mais comum é o valor que aparece sem nota e ninguém sabe de onde veio. Recomendo tratar isso como processo: primeiro confirme a regra do prestador, depois teste o cenário com o tomador trocado e, por último, o cancelamento. Depois que o lançamento for efetuado, registre os elementos da operação, para que o retorno do sistema e o relatório sejam conferidos juntos. Como nota final, não dependa de lançamento manual para fechar o mês, porque o manual esconde a origem do valor. Se o cenário passar nos três testes, a conta fica explicável para quem pergunta. Para aprofundar, veja retenções na fonte no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O resultado que importa é que a nossa equipe não corrige mais no lançamento: o ajuste é feito por um critério fixo no GUEPARDO Tax, com o crédito do prestador conferido antes da nota. Vale registrar, ó, que isso só vale quando a carteira de serviços é pequena e as regras não mudam toda semana. Quando há muitos tomadores e os decalques de contrato geram exceções, o caminho mais seguro é liberar o cálculo em lote e revisar a exceção na mão. Cada caminho tem seu lugar, e a escolha depende do volume de exceções, não da preferência do time.

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Roberta, discordo com educação de um ponto. Você testou em homologação, e isso é bom, mas a cláusula de ajuste precisa aparecer no cadastro do serviço, e não só no sistema. Por isso o teste tem que cobrir o caso em que o tomador concorda com o valor, senão a nota fica sem prova. Eu queria complementar o roteiro com um cenário de contestação. Esse ponto eu não deixaria passar, porque a outra parte pode não concordar e a conta fecha errada. Na virada do ano, viu, esse tipo de falha aparece em massa.

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Concordo em parte com a Juliana. A retenção é o caminho provável, mas não é o único. Antes de mais nada, pois é, a nota e o cálculo automático precisam bater: se o sistema gerou o valor pela tabela de serviço assistida, ele também precisa explicar a alíquota. Juliana, você citou o print, e isso ajuda, mas o auditor interno quer ver a regra autorizada pelo responsável. Confira o cadastro dos serviços ligados a automóveis e a ordem de execução do cálculo antes de concluir. Assim você não corrige um lado e deixa o outro errado.

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Será que é mesmo retenção? Sim, é a retenção que o sistema aplica quando o serviço está enquadrado no regime, e o tomador aparece porque é ele o responsável pelo recolhimento. O x da questão é que o print da tela mostra o valor como débito na apuração anterior, o que confunde. Os casos alcançados por essa regra vêm da condição do fornecedor, e não da nota. Antes de mudar qualquer coisa, confira se o cadastro do prestador tem o regime certo e rode a apuração de novo para ver se o valor muda.

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