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5 Respostas

Alguém já mapeou isso na prática? Tenho um cliente de mineração, S/4HANA 2021, com uma holding familiar que controla várias sociedades operacionais, e a administração da holding quer saber quais obrigações acessórias ela precisa manter no sistema. Já revisei o cadastro, olhei os códigos de imposto e conferi se a holding aparece nos períodos alcançados pelos relatórios que rodamos hoje. Fiquei semanas nisso e continuo sem roteiro claro. Veja, o truque é separar o que o sistema gera do que o escritório contábil entrega por fora, mas ninguém me explica onde fica essa fronteira. Como vocês organizam esse levantamento para uma holding familiar?


Atualização:

Já vi esse tipo de levantamento virar retrabalho quando começa pela tela, então valeu o alerta, Paula. Testei na sandbox de S/4HANA 2021 um cadastro mínimo para a holding e funcionou para o básico. Veja, o truque é manter uma lista viva de pendências por sociedade, e foi isso que me destravou. Fiquei só com uma dúvida: quando a holding familiar tem atividade de aluguel, quem responde por essa parte no sistema, o mesmo responsável ou alguém separado?

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Se você precisa organizar o tema de uma holding familiar, comece pela atividade real da sociedade e deixe a lista de obrigações nascer dela. Quando o contador do cliente confirmar o que se aplica, inclusive qualquer dispensa, registre por escrito e só então parametrize o acompanhamento no S/4HANA ou no RISE, com responsável e prazo por item. Guarde a evidência de cada entrega em um acervo digital organizado por período. Recomendação final: revise a lista antes do fechamento de dezembro, porque mudanças de estrutura ao longo do ano costumam deixar itens órfãos. Para aprofundar, veja obrigações acessórias e SPED no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Cláudio, fiquei com uma dúvida. Lá onde trabalho, ó, temos uma holding familiar no RISE with SAP e tabela Z não é opção, porque quase não mexemos em código. Dá para fazer esse acompanhamento das obrigações por configuração padrão? Pergunto porque, quando o assunto de contribuições e créditos aparece, o time fiscal quer ver tudo no mesmo lugar, e receio que contribuintes diferentes dentro do grupo exijam controles separados.

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O resultado é que dá para acompanhar tudo no padrão, Cristina, com uma lista de verificação por período. No meu projeto, tá, usamos o calendário do próprio cliente e anexamos os demonstrativos de cada entrega como evidência. Para a holding familiar, o ponto a confirmar com o contador é se a cumulatividade ou qualquer outro regime muda o que se guarda e por quanto tempo, olhando o prazo decadencial que ele indicar. Essa leitura é do cliente; ao projeto cabe só deixar o registro pronto e organizado, e as obrigações de cada sociedade separadas.

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Lucas, um ponto do lado técnico: considerando que você vai manter essa lista viva, vale gravá-la numa tabela Z com responsável, periodicidade e status de cada obrigação da holding familiar. Então, calma lá, não precisa de nada sofisticado. Um relatório simples que leia as linhas constantes dessa tabela e avise quando algo estiver perto de vencer já resolve a rotina. A decisão do que entra na lista é do contribuinte, e o ABAP só dá o suporte para acompanhar.

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Em parte você tem razão, Lucas, mas o levantamento não começa pelo sistema. Primeiro a diretoria da holding familiar diz quais atividades existem de fato, porque a lista de obrigações segue o que a sociedade faz, não o nome dela. Depois o contador do cliente indica o que a sociedade vai apresentar e quando, e só então vale parametrizar. Então, diga-se de passagem, se houver alterações societárias a lista muda e a parametrização precisa ser revista. Quem apresentará cada entrega continua sendo o responsável que o cliente designar.

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