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Fóruns / Obrigações estaduais e Bloco K

Bloco k leiaute restrito aos saldos de estoque

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6 Respostas

Estamos em fase de transição do nosso sistema anterior para o novo ambiente SAP e estamos enfrentando um desafio específico ao gerenciar os saldos de estoque que impactam o cálculo do IBS e CBS. Tentamos replicar a lógica de controle que tínhamos no sistema antigo, mas ao chegar ao módulo fiscal, os dados não estão convergindo como esperado. Olha só, pois é, estamos utilizando o controle de estoque influenciado por eventos, como indicado no campo P27, e precisamos garantir que a quantidade que não atendeu aos requisitos para isenção esteja sendo corretamente alocada. Diante disso, considerando que precisamos informar o valor do IBS e CBS correspondente à quantidade que não atendeu aos requisitos para conversão em isenção, como podemos assegurar que o Bloco K leiaute restrito aos saldos de estoque esteja apresentando a informação correta para o fechamento mensal?


Atualização:

Olá a todos, seguindo nossa discussão sobre o bloco K e os saldos de encerramento, eu testei o cenário replicando os lançamentos fiscais para ver como o SAP trataria a discrepância. Olha só, pois é, mapeei os impedimentos como descrito no P25 e P26, e o sistema gerou os registros esperados para a não conversão em isenção. Gostaria de saber se há alguma recomendação sobre a otimização do fluxo para minimizar os retrabalhos gerados por esses eventos no módulo fiscal.

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Para assegurar a integridade do bloco k ao representar o saldo em estoque, é imprescindível que os registros fiscais estejam perfeitamente sincronizados com os lançamentos contábeis. O sistema deve obrigatoriamente registrar a quantidade específica que não atendeu aos critérios de isenção, utilizando campos específicos para quantificação e valores correspondentes, como o P28 e o P27. Além disso, é vital validar minuciosamente a unidade de medida informada, pois qualquer desalinhamento nesse ponto pode levar à rejeição do bloco, independentemente da exatidão dos cálculos monetários. Recomendo focar inicialmente em simular o cenário de não conformidade, conferindo a coerência total entre a movimentação física e o movimento gerado no sistema antes de prosseguir com o fechamento. Para aprofundar, veja Bloco K no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Em nosso processo de migração, desenvolvemos um procedimento paralelo para validar os dados enviados ao Bloco K antes da transmissão final. Esse método envolvia uma conferência cruzada das movimentações do sistema erp com os critérios de aceitação fiscal, focando primordialmente na correta utilização do campo P25 vIBS e P26 vCBS para os itens que não atingiram o requisito de conversão em isenção. Esse paralelo se mostrou útil quando havia divergência entre o movimento físico e o registro esperado.

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Tatiana Vieira, na minha visão, o mapeamento detalhado dos movimentos fiscais ligados ao estoque é o que garante a rastreabilidade total. Quando chegamos à parte do protótipo ser comercializado, por exemplo, precisamos ver como o bloco K reflete esse ciclo de vida do ativo. Se o lote que gerou o item em estoque passa por um cancelamento na produção, o registro subsequente no bloco K precisa espelhar exatamente essa baixa ou ajuste, mantendo a cadeia de informações íntegra para o fisco.

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Ana Moreira, acho que o controle do P29 unidade é crucial para a aceitação do bloco. Se a unidade não estiver em linha com o movimento gerador, o sistema pode rejeitar a informação, mesmo que os valores do P27 estejam calculados corretamente. Bem, sem pressa, sugiro que, antes de fechar o processo, façam um teste isolado focando apenas na coerência da unidade informada no P29 com o movimento físico que deu origem àquela não conformidade. Isso ajuda a mapear se o problema é no cálculo ou na representação do dado.

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Natália, concordo que a articulação entre contabilidade e fiscal é crítica. No entanto, acredito que talvez o foco excessivo no P28 qtde e P27 N 1-1 13v2 não seja suficiente isoladamente. A coerência completa reside também em assegurar que o evento P23, ao ser aplicado com os respectivos valores do IBS e CBS, esteja claramente mapeado ao não cumprimento dos requisitos de isenção. Então, uma dica de colega é rever a sequência exata de como esses fatos são gerados no fluxo do SAP antes de serem enviados ao leitor.

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A correta alimentação do bloco k com os saldos de estoque passa pela articulação precisa entre os fatos contábeis e os dados gerados no módulo fiscal. Veja, o cuidado é utilizar o campo P28 qtde, informando a quantidade que não cumpriu os critérios para a conversão em isenção, e vincular isso ao P27 N 1-1 13v2, que trata do valor correspondente. Isso garante a rastreabilidade necessária ao sistema autorizador. É fundamental que o evento reflita o que está ocorrendo fisicamente no ambiente do varejo.

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