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Fóruns / Obrigações estaduais e Bloco K

Onde encontro a regulamentação da obrigatoriedade do Bloco K?

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7 Respostas

Olá a todos, Roberta aqui. Estou um pouco pressionada com o fechamento e queria muito sanar uma dúvida sobre o Bloco K. Estamos trabalhando com o S/4HANA 2023 e preciso garantir que estamos seguindo todos os procedimentos corretamente. Já revisei nossos registros internos, tendo em mente movimentações como consumo interno para uso e perdas anormais, o que nos levou a acessar o Registro C100 , NF-e. Bem, a saída é que estou tentando mapear a origem da exigência desse envio. Gostaria de saber qual é o documento ou orientação que formaliza a necessidade de preenchimento do Bloco K.


Atualização:

Agradeço a todos pelas contribuições. Eu estava revisando os cenários de movimentação interna e como eles se refletem nos registros, chegando ao ponto de que, bem, a saída é essa que o sistema espera. Gostaria de saber se, considerando a complexidade da operação atual e a migração em andamento, existe algum ponto específico do processo que costuma gerar maior divergência entre o que foi lançado e o que o fisco aceita neste fechamento.

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Dado o cenário de transição de sistemas e a complexidade intrínseca à movimentação de bens, a dificuldade reside em mapear perfeitamente como o fluxo operacional se traduz nos códigos exigidos pelo fisco. Embora o corpo normativo estabeleça o dever de informar, a aplicação prática varia conforme a natureza exata da circulação mercantil interna ou externa. Para minimizar inconsistências no envio, sugiro que o foco da revisão não seja apenas a saída gerada, mas sim a correspondência inequívoca entre o evento físico ocorrido e o registro contábil que o sistema gera. É nesse detalhe operacional que reside a chave para um aceite tranquilo por parte da autoridade fiscal. Para aprofundar, veja Bloco K no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Cristina, você mencionou que o Guia Prático é o local mais detalhado para o comportamento esperado do sistema. Dada a nossa situação de migração, para além da base normativa, para onde devemos direcionar nosso foco principal ao estudar o fluxo de dados que gera o Bloco K? Veja, pelo que testei, a correta interpretação do Guia é vital para assegurar a aderência total ao que o fisco espera.

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Complementando ao que disse Gabriel Monteiro, gostaria de reforçar que, ao analisar a aplicação prática dos registros, é imprescindível mapear precisamente o fluxo que gerou a movimentação. Se a operação envolveu, por exemplo, um consumo interno que levou à perda anormal, precisamos garantir que o registro C100 abranja corretamente essa sequência, respeitando a ordem dos eventos fiscais. É nesse detalhe que reside a chave para mitigar riscos durante auditorias. E aí, conforme o combinado, o seguimento rigoroso do Guia Prático é nosso melhor aliado.

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Achei que talvez fosse importante lembrar que, além da segmentação dos registros mencionados, a própria natureza da movimentação precisa estar bem alinhada com o que está sendo informado. Ao batendo o olho na movimentação, precisamos confirmar se o cenário descrito realmente se encaixa perfeitamente no que o sistema espera. Um equívoco nessa correspondência pode levar a retrabalho significativo no fechamento gerencial e fiscal.

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Gabriel, você mencionou o Ajuste Sinief número 02 de 2009 como embasamento para a obrigatoriedade do Bloco K. No nosso cenário atual, envolvemos movimentação interna e consumo para uso, ambas ligadas ao registro C100, NF-e. Em resumo, né, seria possível você talvez apontar qual seção ou artigo específico deste ajuste trata diretamente da correlação entre esses tipos de movimentação e a inclusão desse bloco como obrigatório?

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Renato Ferreira: Complementando ao que Gabriel mencionou, é útil lembrar que o contexto da aplicação desses registros depende muito do tipo de movimentação que estamos tratando. Por exemplo, se estamos falando de movimentação interna entre mercadorias, o Registro K235 entra em cena, mas também temos o K220 para consumo ou o K210 quando há desmontagem. Veja, como dizem, a correta segregação dessas situações é crucial para não incorrer em inconformidades fiscais ao reportar.

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A obrigatoriedade do Bloco K está estabelecida no Ajuste Sinief nº 02 de 2009 e alterações posteriores, que dispõe sobre a EFD ICMS IPI. Passei por situação parecida no fechamento do mês passado, e aí, a saída é que o § 7º da cláusula terceira desse ajuste detalha isso. Para os estabelecimentos industriais, por exemplo, há referências específicas sobre o preenchimento. Além disso, para mais detalhes seguindo o que vimos sobre o consumo interno ou perda anormal, o Guia Prático da EFD-ICMS/IPI detalha o comportamento do sistema.

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