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8 Respostas

Dúvida sobre a reforma tributária. Estamos num RISE with SAP e eu, como gerente fiscal do setor automotivo, preciso fechar o mês sem surpresa. Li que a NF-e passa a admitir notas de débito para ajustes, e que o adquirente também pode emitir nota nessa linha. Já mapeei o fluxo no sistema e levantei com a TI o que muda no recebimento, mas ainda não sei onde isso entra no processo. Bem, o caminho é desenhar primeiro o ponto de partida ou esperar o leiaute estabilizar? Quem já olhou isso, como organizou a rotina de fechamento para não travar?


Atualização:

Aqui na rotina, toda virada de mês chega nota de fornecedor de autopeças com acerto de valor depois do fechamento, e foi nisso que pensei ao ler vocês. Obrigado, Lucas e Beatriz. Vou levar a ideia da tabela com vigência para o ambiente de testes e ver como ela se comporta. Bem, o caminho é começar pelos fornecedores mais frequentes, certo? E outra coisa: quem mexe nessa tabela, a área fiscal ou a TI?


Atualização:

Já vi nota de ajuste chegar repetida pelo mesmo fornecedor e o lançamento ser duplicado, e o problema só apareceu no fechamento. Obrigado, Leandro, por trazer a verificação antes de liberar. Vou testar essa conferência no ambiente de homologação. Bem, o caminho é gravar uma chave de controle para impedir repetição? E, na sua visão, essa conferência deve rodar em job noturno ou na hora do recebimento?

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Quando a reforma tributária chega à emissão das notas, o primeiro passo é separar o que a norma já definiu do que ainda pode mudar. A nota emitida pelo fornecedor, os eventos de quem recebe e a tabela de códigos podem ser revistos, então a parametrização deve ser flexível e ter dono no fiscal. Para volume baixo, a conferência manual serve; para volume alto, vale testar uma rotina de comparação nos arquivos eletrônicos recebidos. Em qualquer caso, a decisão tributária é do contribuinte; o papel de quem implanta é desenhar, configurar e provar o comportamento. Recomendação: monte um piloto pequeno em homologação, registre as premissas e só depois amplie. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Guarde a documentação de cada decisão tomada no desenho, porque ela vai salvar a auditoria. Kátia, complemento seu ponto: o ECC 6.0 não foi pensado para a reforma tributária, então acho prudente tratar a ponte com a nota eletrônica como projeto à parte. Olhando o número, né, de notas por mês na siderurgia, nenhuma conferência manual aguenta. Registre no log quem aprovou cada mudança. Mudança de desenho sem registro vira dor de cabeça.

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Leandro, complemento seu ponto com algo que me deixou frustrado. A nota técnica da reforma tributária destaca que o destinatário pode se manifestar por evento sobre a nota enviada pelo fornecedor, e o código desse evento é 211128. Olhando o número, pois é, dá para ver que existe um caminho próprio para isso, além da conferência no recebimento. As regras descritas na nota precisam ser lidas inteiras antes de qualquer desenho, porque eu li só pedaços e quase montei errado. Vale perguntar ao fiscal quem assume esse evento.

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Vamos por partes, gente. Um caminho a avaliar é olhar de perto, né, a dinâmica do evento e o detevento da parte específica, antes de desenhar tela. Se o volume for alto e o fiscal precisar acompanhar, vale pensar numa tabela de acompanhamento. Se for pouco, uma consulta manual por período dá conta. Pelo que li, nada disso está disposto como regra única na reforma tributária; é leitura minha, então cada contribuinte decide com sua área jurídica. Nunca assuma que o sistema resolve sozinho.

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O cClassTrib muda mesmo com frequência? Lucas, no meu e-commerce, que está migrando de outro ERP para SAP, o fiscal só concorda em liberar nota nova depois de conferir o código. Veja, o risco é, na reforma tributária, o cadastro ficar defasado e a nota sair com informação errada. Você deixaria uma tabela complementar só para os códigos, separada do cadastro de material, ou o ideal é um único lugar para consultar?

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Concordo em parte com o Lucas, que a tabela flexível ajuda, mas discordo de deixar tudo só no customizing. Um caminho a avaliar é criar uma verificação que compare os valores constantes na nota recebida com o que foi lançado, e só então liberar. Isso vale quando o fluxo de nota de crédito for frequente; para volume baixo, a conferência manual resolve. Um alerta, tá: a reforma tributária ainda deve mudar, e os contribuintes vão precisar rever a regra com o fiscal antes de gravar qualquer coisa. Isso é só hipótese minha para avaliar.

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Se o volume de notas de débito for pequeno, um caminho a avaliar é tratar tudo à mão numa planilha controlada, até a regra da reforma tributária ficar clara. Já se a quantidade crescer, aí compensa pensar em rotina no S/4HANA 1909. Como se diz, pois é, não adianta automatizar o que ainda muda. Pelo que li, as apurações assistidas dependem de informação vinda das notas, então a qualidade do dado na origem decide. Fico frustrada porque ninguém dá prazo, mas essa é só uma hipótese para avaliar, não uma prática já adotada.

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Desenhe primeiro o ponto de partida, mantendo a parametrização flexível, porque a tabela de códigos da reforma tributária pode sofrer alterações e aperfeiçoamentos. Pela leitura que fiz da nota técnica, essa tabela também serve de base para a apuração, então qualquer código gravado direto no programa vira retrabalho. O risco é, ó, esconder o valor fixo no ABAP e descobrir depois, no fechamento, que ninguém sabe onde mudar. Deixe numa tabela de customizing com data de vigência e documente quem altera. Esse é meu julgamento, não regra da norma.

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