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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Reforma tributária lei complementar no 214 de 16 de janeiro de 2025

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6 Respostas

Como vimos nas primeiras notas da reforma tributária, a Lei Complementar 214 de 16 de janeiro de 2025 mexe na forma como os impostos novos entram nos documentos. No ECC 6.0 que eu uso na logística, já tentei ajustar a NF-e de saída no ambiente de testes e não consegui entender onde os grupos novos devem ser preenchidos. Minha dúvida prática é se as alterações do cadastro de material bastam para atender as regras, ou se o cliente precisa mexer também no cálculo da nota antes da data de produção?


Atualização:

Dúvida curta, Mariana Moura, o grupo novo pode ficar vazio na nota de teste? Obrigado pelo caso do serviço. Testei o mesmo cenário na homologação, e o grupo apareceu sem valor, como vimos no meu primeiro relato. Ainda não sei se isso vale só para o período de transição ou se a mesma regra segue depois, então minha pergunta de seguimento é esta, você já viu alguma orientação formal sobre esse campo?

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Rodrigo, vale destacar que a sua pergunta junta duas coisas que pedem tratamento separado, o cadastro de material e a emissão da nota. A emenda de dezembro e a lei complementar que você citou formam a base do que estamos discutindo, mas a regra de cada operação depende do tipo de imposto destinado a ela, e isso se resolve caso a caso. Minha recomendação prática é começar pelo cadastro, depois testar uma nota por tipo de cliente e só então liberar o lote. Assim o time confere cada passo antes de tocar no restante do processo. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Mariana Moura, você mencionou a preocupação com o preenchimento do grupo novo para o serviço mensal de internet. Dada a previsão de implantação desses ajustes em produção, gostaria de saber se o mapeamento dessa tributação específica no sistema de vocês já contempla a transição documental necessária para que essa informação reflita corretamente na fatura subsequente.

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Emanuel Kaufman, como bem apontou, é crucial considerar que as modificações trazidas pela Emenda e pela Lei Complementar estabelecem o arcabouço teórico, mas a aplicação prática em cada transação exige uma visão integrada. Especificamente, o preenchimento correto dos novos grupos e campos obrigatórios na NFC-e é o que dará suporte operacional a essas mudanças. A transição para o novo cenário tributário deve ser meticulosamente planejada para que a informação transita adequadamente entre os módulos internos e o documento fiscal externo.

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O risco que já vi é a nota passar na validação com as parcelas debitadas no grupo errado e os descontos fora da base. Discordo de Gustavo Ribeiro quando ele diz que o cadastro resolve tudo, porque o valor correspondente ao imposto depende da forma de pagamento e de como os descontos entram no cálculo. Olha, o curioso é que o total pode continuar diferente mesmo com o cadastro certo. Por isso eu testaria um cenário com desconto antes de dar o cadastro por concluído.

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Concordo em parte com Mariana Moura, porque o grupo novo só faz sentido quando o cadastro já traz a classificação certa. Discordo quando ela trata isso como detalhe, porque o cadastro constitui a base do ajuste e os contribuintes sentem o efeito já na primeira nota. Então, o plano é mapear primeiro os materiais e depois testar a emissão com um cliente de cada regime. Assim você não depende de achar a regra no meio do lote, e ainda descobre cedo se o campo fica vazio sem motivo.

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No caso do serviço de internet, que é cobrado todo mês, o cadastro sozinho não basta, porque o grupo novo precisa ser preenchido na nota, e essa é a parte que mais me preocupa. Pelo que temos, a alteração vale a partir da data de implantação, então antes disso a mudança é mais visível no documento do que no cálculo. A dúvida que resta é em qual competência o valor entra, e isso depende do período de atendimento informado na nota. Então, em linhas gerais, eu emitiria uma nota de teste para cada tipo de cobrança e compararia com a planilha que a equipe usa hoje.

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