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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Reforma tributária zera o ibs e o cbs para cooperativas

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9 Respostas

O receio que tenho é tratar a mudança de regra como se zerasse IBS e CBS para cooperativas por inteiro. Trabalhamos com S/4HANA 2021 numa operação agro, onde cooperados entregam para a própria cooperativa e também para compradores de fora. Mapeamos as operações e a apresentação do mês anterior, só que ainda falta saber quais delas entram no perímetro alcançado. A gente costuma tratar isso como detalhe, e aí o erro aparece no fechamento. Qual leitura vocês adotaram para separar essas vendas?


Atualização:

Dúvida rápida: a Renata coloca a planilha como ponte, e a gente costuma enxergar aí um atalho permanente? Rodei o controle manual sobre uma fatia da base e funcionou sem atropelos. Agradeço o retorno de todos. Vocês guardam a escolha de cada cooperado para revisão futura, ou só o resultado final?


Atualização:

Já vi o risco da planilha perder o responsável quando alguém muda de área, e a gente costuma notar tarde demais. Valeu pela sugestão, Túlio, a versão com vigência é o caminho que vou tentar primeiro. Quem mantém essa versão no dia a dia e com que periodicidade ela é revisada?


Atualização:

Boa, Carlos, o alarme cai bem. A gente costuma esquecer o zero quando o movimento some. Vou erguer o alarme junto com o modelo e checar a parte do zero no próximo ciclo, e anoto as falhas que surgirem para relatar depois. Esse alarme nasce no sistema ou numa planilha de controle?

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Depois que o mapa de operações estiver validado com o cliente e com o jurídico dele, o restante avança por etapas. Separe a venda ao consumidor final dos movimentos entre cooperativas, pois o tratamento pode divergir. Use uma base de vigências para que uma troca de regra não obrigue a refazer tudo do zero. Recomendação prática: fechar o mapa, testar em ambiente isolado e só então liberar a configuração. A escolha sobre cada operação permanece com o contribuinte, enquanto a equipe fiscal desenha e prova o funcionamento. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O alvo é a conformidade do arquivo mesmo com a regra mudando. Leandro, ou seja, pois é, alarme ajuda, mas sem dono ele vira ruído. Separo a tabela de regra da decisão por cliente e guardo cada versão lançada, para o histórico preservar o caminho. Quando a cláusula muda, o arquivo segue a versão vigente. Isso sustenta a trilha em qualquer auditoria.

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Leandro, de cabeça, tá, o caso aparece no varejo também: os totalizadores só batem quando a base tributária sai com os valores zerados e a rotina de transmissão roda mesmo sem movimento. Sem movimento, o zero é exatamente o que costuma faltar, e ninguém percebe. Sugiro um alarme mensal que confirme essa presença. Assim o vazio deixa de passar batido.

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Leandro, dou razão quanto ao teste, porém discordo que a planilha sozinha aguente. Sem rodeio, né, os regimes dos cooperados mudam o desfecho, e a planilha esquece o passado. Se a reforma virar no meio do ciclo, o registro da escolha precisa acompanhar a operação. Prefiro uma matriz de regras com vigência amarrada ao produto. Assim a troca de norma não quebra o controle.

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Na telecom onde trabalho, as vendas interestaduais exigem um código que a equipe revisa mensalmente. Agora, de modo geral, quem está obrigado a enviar já possui o roteiro, enquanto os demais dependem de um cronograma. Nossa saída foi montar um controle manual unidade por unidade, que consome horas mas independe do sistema. Serve enquanto o universo for limitado e a regra oscilar pouco. Ao ampliar, a planilha se torna o ponto frágil.

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Quando a operação sai com IBS e CBS na alíquota zero, olha, pra constar, a escrituração ainda pode precisar do lançamento. Não concordo em enxergar o zero como ausência de obrigação: o formato talvez peça a linha mesmo sem valor, e isso vale até em operações sem tributo, inclusive. Antes de aceitar a isenção de envio, peço a leitura formal do jurídico. Enquanto isso, a saída fica com a linha preenchida.

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A saída que importa é uma relação enxuta de operações antes da virada. Nós seguimos outro rumo: agrupamos as notas por perfil de cooperado e pedimos ao time fiscal que sinalize as exceções ao padrão. Quem responde pelo tributo continua sendo o contribuinte, e nós ficamos, por assim dizer, só na organização. Esse modelo serve quando a carteira é pequena e a pressa é grande. Nas transações digitais e nas efetuadas por canal de venda, a tabela pede desenho à parte.

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Sigo a linha da Adriana. O segredo é, tá, isolar a venda ao consumidor final daquela feita entre cooperativas, já que a regra pode tratar cada perna de forma diferente. Na nossa base de clientes, a cooperativa figura como comprador comum, e isso embaralha o relatório. Antes de tocar em configuração, faça um mapa de cada cooperado ligado à sua cooperativa e anote o achado. Assim ninguém precisa presumir nada depois.

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Leandro, a separação das vendas cabe à cooperativa e ao jurídico dela; nós apenas simulamos o comportamento do sistema. Um adendo, viu: a conformidade do arquivo depende de o cadastro estar pronto antes da emissão, e sem isso a saída segue o padrão. Olhando por outro lado, cada cliente muda a leitura. Sugiro fechar a lista de operações antes de parametrizar qualquer coisa.

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