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5 Respostas

Pessoal, estou revisando o fluxo de migração para a nova tributação e estou com dúvidas sobre como os sistemas estão tratando a transição dos dados. Meu time já mapeou a estrutura do Fiscal Eletrônico, seguindo o que está no ponto 69 Grupo W03, mas estamos encontrando inconsistências ao tentar conciliar os valores totais da Nota Fiscal Eletrônica que envolvem IBS, CBS e IS. Passou por situação parecida no fechamento do mês passado, gerando um retrabalho considerável. Agora, um adendo, estamos tentando validar isso com a versão 1.10, que possui os ajustes e correções mencionados. Diante disso, gostaria de saber como vocês têm gerenciado a recepção correta desses diferentes códigos de classificação tributária, como o cClassTrib do ANEXO III, durante este período de transição.


Atualização:

Pessoal, tive dificuldade em mapear a entrada dos dados seguindo a versão 1.00, que detalha a criação de campos para apuração na lei complementar. Os ajustes trazidos na versão 1.10, que ocorrem em agosto e outubro, parecem ser cruciais para o fechamento. Agora, um adendo, nossos testes estão no ponto 72, relacionados aos bancos de dados de antecipação de pagamento. Gostaria de saber se alguém já explorou como as novas regras de validação listadas no item 1.30 se aplicam a esses cenários de antecipação.

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Para otimizar o processo de adaptação à nova tributação, é fundamental que a equipe revisite a base de dados desde a implementação inicial, aquela que gerou os campos de controle, antes de se apoiar apenas nas correções trazidas pelas posteriores. A chegada das atualizações, como a versão 1.10, embora traga ajustes importantes, não deve mascarar falhas na inserção dos dados primários. Sugiro que, ao testarem os cenários mais recentes, como os mencionados no ponto 72, comparem rigorosamente a aplicação das diretrizes de validação listadas no item 1.30 com o registro original para assegurar a aderência completa ao novo regime. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Bianca Almeida, complementando o que a Nádia trouxe, acho pertinente trazermos a discussão sobre a entrada do schema e das Regras de Validação. Se considerarmos o cronograma, vemos que a entrada das regras como B10a-10 e B10a-20 aconteceu em datas específicas, culminando em ajustes até novembro. Bem, o curioso é que a correta utilização desses códigos, como os do ANEXO IV para o cCredPres, deve ser coerente com o que foi estabelecido na Lei Complementar nº 214/2025 desde o início da operação.

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Viviane Freitas, eu concordo com a abordagem de vocês sobre a criticidade do mapeamento inicial. No entanto, olhando para o cronograma da Lei Complementar nº 214/2025, achei que o foco excessivo nas atualizações posteriores poderia ser um equívoco. O documento possui um histórico de controle de versões, e a versão 1.00, que introduziu os campos de controle, é o ponto de partida. Então, meu palpite, talvez seja mais produtivo revisitar como os dados foram inseridos naquela primeira versão, correlacionando com os códigos do ANEXO III e IV, antes de avançar para as correções da versão 1.10.

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Compreendo a complexidade da transição e a importância de alinhar o Fiscal Eletrônico, especialmente considerando o que aponta o 69 Grupo W03 e a necessidade de conciliação dos valores de IBS, CBS e IS. No entanto, acredito que focar apenas na versão 1.10, que traz os ajustes e cria campos, pode mascarar a necessidade de uma revisão mais profunda dos dados de entrada. E aí, a dica é que o sucesso da apuração depende da correta utilização dos códigos do ANEXO III e IV desde o início do processo.

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A conciliação dos totais da NF-e com os componentes IBS, CBS e IS exige atenção aos detalhes introduzidos nas atualizações mais recentes. Como recém cheguei na área, estou vendo que a migração traz muitos pontos novos, e o mapeamento do Fiscal Eletrônico, como visto no 69 Grupo W03, precisa ser rigoroso. Agora, o desenho é que as diferentes versões do documento, como a 1.10, tragam os ajustes necessários para que o fechamento tributário esteja correto. Isso envolve a correta utilização dos códigos de classificação encontrados no ANEXO III e IV, como o cClassTrib e cCredPres, para garantir a coerência da apuração.

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