Ao transitar do meu ciclo anterior no setor automotivo para este desafio do novo modelo tributário, tenho encontrado alguns pontos cruciais na aplicação prática dos conceitos. Estamos revisando o fluxo de lançamento contábil dentro do sistema, comparando o que foi desenvolvido com as diretrizes da Nota Técnica 2025.002-RTC. Estamos tentando mapear corretamente a transição para os novos códigos de classificação tributária do IBS e da CBS, conforme o que está disponível no Anexo III. Já fizemos testes internos usando as estruturas mais recentes, mas ainda há uma grande incerteza sobre como os dados devem ser estruturados para garantir a aderência total ao novo cenário. No rollout, ó, como devemos proceder com a codificação avançada para os eventos específicos que envolvem a apuração correta do IS?
Atualização:
Agradeço as contribuições de vocês. Fizemos simulações utilizando o fluxo de dados do Grupo 11, referente às notas de antecipação de pagamento, para verificar a aderência aos novos campos. No rollout, ó, encontramos inconsistências ao tentar conciliar os dados do nosso sistema com as regras do grupo 3A. Gostaria de saber se vocês identificaram algum detalhe específico no processo de criação destes eventos que possa otimizar a passagem dessas informações sem retrabalho.