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6 Respostas

Pessoal, preciso de um caminho para abrir o CBS log no ambiente de testes. Estamos na telecom, com RISE, e a equipe fiscal pediu o registro das alterações feitas no cálculo. Já tentei pelo menu padrão, e, bem, um adendo, a tela só mostra o resumo, sem o detalhe de cada alteração. O time de Basis diz que essa visão não é a mesma do ECC, então talvez a rota seja outra. Como vocês abrem esse log, e quais campos a equipe usa para cruzar uma alteração acompanhada com as notas do período?


Atualização:

No caso concreto da nossa rotina de telecom, o pedido de trilha abriu no ambiente de testes, mas o campo de data ficou e o log não abriu. Tentei também pelo número do cálculo, e, bem, um adendo, o sistema devolveu tela vazia. Vou pedir ao Basis que confira a rota. Você já abriu esse log no seu release ou também ficou sem caminho?

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O risco que se repete é procurar um log de cálculo quando o caminho certo é validar o resultado contra o que foi efetivamente registrado. Antes de abrir qualquer tela, vale confirmar a versão, a metodologia que foi elaborada pela área responsável e quais dados foram enviados para o cálculo. Quando a conta não fecha, o mais útil é comparar as bases de saídas e de créditos do período com os arquivos enviados, sem presumir que o log existe com o nome que se imagina. A recomendação prática é que a decisão sobre o tratamento fica com o contribuinte, enquanto nós configuramos a rotina e provamos o comportamento em teste. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Concordo em parte com o Marcelo Siqueira, o agrupamento de parâmetros é o melhor ponto de partida. Discordo de uma parte: a metodologia já foi divulgada, então o log não é o único documento, e isso pode poupar tempo. Eu começaria pelos totais do período e só depois iria para o registro detalhado, porque é mais rápido de conferir. A saída é, pois é, conciliar os débitos apurados com a visão econômica do período antes de abrir qualquer log.

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Quando o texto fala em estimativa de impacto, minha leitura, viu, é que o Congresso recebe a conta como conjunto, não em pedaços. Camila Martins, eu complemento a sua resposta: a parte que a gente não controla é a estimativa e a metodologia que vem com ela, e a constituição amarra essa possibilidade à estimativa de impacto. Então, se o log não aparece, o cálculo continua existindo, e você deve buscar pelo conjunto de parâmetros, não pela transação de log.

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Dúvida curta: a resposta sobre o caminho depende da versão, certo? Contando nos dedos, tá, quero saber se os registros deverão ficar em outra tela, ou se você estaria disposto a mandar o caminho exato. Camila Martins, o seu caso usa o mesmo menu que o nosso ou um menu diferenciado? Se for diferenciado, a gente ajusta a estratégia.

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Não tenho o caminho exato aqui. Segundo o que li, o texto que temos trata de alíquota de referência e de estimativa de impacto, não de log de cálculo, então o nome do objeto precisa ser confirmado na sua versão. A aplicação de alíquotas, por sua vez, aparece ligada ao cálculo, e isso pode levar a uma tela de parametrização que tem registro próprio. Eu olharia primeiro na parametrização tributária e depois com a equipe de Basis, que sabe onde o registro é gravado.

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O resultado que importa é que o log do cálculo nem sempre fica no mesmo lugar, e o nosso print mostrou só a parte visível. O problema é que, sem o aspecto técnico confirmado, a gente perde horas tentando achar a tela certa. Eu proporia outra forma: partir do que a arrecadação do período mostra e voltar para a base de cálculo, usando registros baseados nas notas. Vale quando o cálculo é simples e a arrecadação é a conta principal; não vale para operação com muitas exceções.

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