Estou acompanhando essa transição do outro sistema que migrou para o SAP e a complexidade da Reforma Tributária, e isso gera uma certa apreensão, comparando com o que vivenciamos no setor automotivo. Estamos revisando os requisitos da Nota Técnica 2025.002-RTC, especificamente sobre os ajustes necessários para a apuração do IBS, CBS e IS. O nosso cenário envolve mapear os grupos de dados e garantir que o controle de versões esteja sincronizado com a realidade fiscal. Diante da inserção dos campos de controle e eventos para a apuração, agora, na minha área, estou com dúvidas sobre como operacionalizar corretamente no ambiente de produção. Considerando o escopo dos Grupos W03 e 3A, qual seria o fluxo mais seguro para validar a correta aplicação desses novos tributos?
Atualização:
Agradeço as visões de vocês sobre a criticidade do alinhamento dos grupos de dados. Fizemos testes iniciais mapeando o Grupo 3A para a estrutura de notas referenciadas, seguindo a diretriz da NT 2025.002-RTC. Agora, na minha área, estou tentando conciliar a aplicação do Grupo 11, que trata das notas de antecipação de pagamento, com os ajustes trazidos pela Lei Complementar nº 214/2025. Gostaria de saber se já identificaram algum ponto de fricção ao tratar desses dois tipos de documentos fiscais simultaneamente.