Estou acompanhando a transição para o novo modelo e o tema do split payment tem gerado bastante questionamento aqui no meu ambiente de trabalho. Temos simulado cenários no sistema tentando mapear o fluxo de valores, principalmente quando lidamos com adquirentes que não estão no regime pleno de contribuintes do IBS e da CBS. É um detalhe que exige muita atenção, como de costume, né? Já tentamos simular a coexistência com os principais instrumentos de pagamento eletrônico, mas o entendimento sobre o ponto de entrada em operação ainda está nebuloso. Diante dessa complexidade, gostaria de saber qual é o entendimento prático sobre a sincronização desse funcionamento.
Atualização:
Agradeço a contribuição de vocês todos para este mapeamento. Trouxemos cenários bem detalhados no sistema tentando replicar essa transição, como de costume, né. O que realmente gostaria de avançar é sobre o detalhamento desse ponto de partida. Considerando que o ato conjunto estabelece a implementação gradual, como podemos modelar essa coexistência no fluxo de pagamento para que o nosso sistema reflita adequadamente essa entrada em operação?