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Fóruns / Dúvidas do curso: Workshop do checklist de 41 itens: prontidão fiscal no SAP

Configuração própria por desenvolvimento ou parametrização padrão: onde traçar a linha?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Esta pergunta foi sinalizada

Desculpem se for básico. O time de TI prefere programar a regra porque é mais rápido. O fiscal prefere parametrizar porque é mais fácil de auditar. Veja, o ponto é que cada pedido novo vira uma briga, e falta um critério para decidir caso a caso.

Estamos em RISE with SAP e eu, na auditoria interna, só vejo o problema depois: desenvolvimento sem documento e sem dono. Existe uma regra de decisão simples que a gente possa adotar?


Atualização:

Gostei da lista fixa e da pergunta por escrito. Vou testar com os cinco próximos pedidos. Sobra um caso: o pedido urgente, que a área de negócio quer em dois dias. Como segurar a regra sem virar o gargalo?

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Resumindo o critério: parametrização primeiro e pergunta escrita do que o padrão não alcança. Desenvolvimento só com ponto de extensão previsto, dono, inventário e teste de regressão, porque o material consultado aponta as extensões em torno do fiscal como a parte que mais quebra na atualização. A lista fixa do que é de cada lado tira a briga da conversa.

O pedido urgente segue a mesma regra, com desenvolvimento provisório e data de vencimento. Para o auditor, cada extensão aparece no inventário com dono e vínculo com a regra fiscal. Quem decide o que a regra faz é o tributário da empresa. Para o lado técnico, veja customização fiscal em ABAP.

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Discordo de tratar o urgente como exceção à regra. Por via das dúvidas, o urgente é justamente quando nasce o desenvolvimento sem dono.

Se for mesmo urgente, aceite o desenvolvimento provisório, mas com data de vencimento escrita: em tantos dias ele é revisto e vira parametrização ou entra no inventário. Sem a data, o provisório vira definitivo. A regra continua a mesma, só ganha um prazo para a dívida técnica.

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Uma alternativa à discussão caso a caso é dar a cada lado uma lista fixa. Parametrização: o que depende de tabela, condição, CST ou CFOP e que o fiscal muda sem transporte de código. Desenvolvimento: cálculo que a tabela não expressa, ou integração com outro sistema.

Olha, o óbvio é que pedido da primeira lista nem chega ao time de TI. Pedido da segunda passa pela revisão do fiscal antes de programar. Com a lista, a briga vira consulta.

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Completando a regra com o motivo: ao pé da letra, ó, é custo de vida. A mesma extensão que hoje economiza dois dias cobra a cada atualização, porque alguém precisa testá-la de novo.

Por isso o desenvolvimento só entra com inventário: dono, o que a extensão assume do produto e qual teste de regressão a cobre. O mesmo material diz que as extensões em torno do fiscal são a parte que mais quebra na atualização. Em dez anos de fiscal, nunca vi extensão sem dono dar certo.

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A regra mais simples: parametrização primeiro, desenvolvimento só quando a parametrização não alcança. Como de costume, tá, o que falta é perguntar isso por escrito: o que a configuração padrão não consegue fazer neste caso? Se o pedido não responde, volta para o solicitante.

Se responde, o desenvolvimento entra com ponto de extensão previsto, nunca alterando objeto padrão. O material de projeto que consultamos descreve exatamente essa ordem para extensões Z em torno do fiscal.

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