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Fóruns / Dúvidas do curso: Workshop do checklist de 41 itens: prontidão fiscal no SAP

Revisar 200 regras de determinação de imposto ou reescrever do zero? Qual é o critério?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Esta pergunta foi sinalizada

Objetivamente: temos cerca de duzentas regras de determinação de imposto, acumuladas por anos de ajuste. Ninguém conhece todas. Quando alguém propõe mexer, a equipe trava: mexer no que funciona é risco, mas manter o que ninguém entende também é.

Pelo que vi, pois é, a discussão se resolve por opinião. Que critério vocês usam para decidir entre revisar regra por regra e reescrever do zero, e o que dá para fazer na primeira semana?


Atualização:

Obrigado a todos. Vou começar pelo levantamento de uso, com a coluna de valor que a Daniela pediu. Duas dúvidas de execução: de quanto tempo para trás vocês puxam o uso, e quem do fiscal valida a lista das regras raras?

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Resumindo, o critério é medir, comparar e só então decidir. Na primeira semana: levante o uso por regra, com valor das notas; separe usadas, raras e nunca usadas; faça a ficha das regras usadas com finalidade, solicitante, volume e efeito de desligar. Regra rara de valor alto fica protegida pela marcação do fiscal.

Para reescrever, faça por recorte e em paralelo: regra nova ao lado da antiga, sobre as mesmas notas, até o resultado coincidir. O período de levantamento e a lista de regras raras dependem da operação de cada empresa, e a leitura tributária de cada caso é do tributário. Sobre o desenho da parametrização, veja parametrização fiscal no SAP.

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Prezados, discordo de medir só pelo uso. Agora, pra não esquecer: regra pouco usada pode ser justamente a de operação rara e de valor alto, como exportação ou devolução especial. Contar notas esconde isso.

Sou de MM, não do fiscal, e peço correção. Eu cruzaria o uso com o valor das notas e deixaria o fiscal marcar as regras de operação rara que não podem sair, mesmo com uso baixo.

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Outra saída é reescrever só um recorte. Escolha um tipo de operação, escreva a regra nova ao lado da antiga e rode as duas sobre as mesmas notas do passado. Como se diz, pois é, quem compara não precisa confiar.

Quando as duas derem o mesmo imposto em todas as notas, troque. Quando divergirem, a lista de divergências é o mapa do que ninguém entendia. Trabalho há vinte anos com fiscal e esse paralelo me salvou mais de uma vez.

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Eu, que acabei de assumir a área vindo de farma, montei esta ficha por regra:

  1. Para que serve, em uma frase.
  2. Quem pediu e quando.
  3. Quantas notas passaram por ela nos últimos meses.
  4. O que quebra se ela for desligada, testado em ambiente de qualidade.

Meu alerta, pois é: regra sem resposta nos itens 1 e 2 vira candidata a investigação, não a exclusão. A ficha também vira a documentação que ninguém tinha.

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Meça o uso antes de decidir qualquer coisa. Primeiro passo: puxe, por regra, quantos documentos dos últimos meses passaram por ela e separe em três grupos: usadas, quase nunca usadas e nunca usadas.

Agora, como vimos, na aula, só as usadas importam para o risco. Regra sem uso é ruído, não risco. Revise o primeiro grupo e marque o resto para desativação com data. O material de projeto que consultamos trata a integração com FI do mesmo jeito: medir o que está em uso antes de propor.

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