Vou direto à dúvida. Temos uma regra de determinação que acerta a grande maioria das operações, uns 95 por cento no nosso olho, e erra nas outras. O ruim é que as erradas são as de maior valor, poucas e pesadas.
Se mexo na regra, tenho medo de quebrar o que funciona. Se trato a exceção, a regra continua errada para o caso novo. Contando nos dedos, tá, são três saídas: corrigir a regra, criar uma regra específica ou ajustar na mão depois. Qual escolher, e com que prova?
Atualização:
Fez sentido olhar o dado primeiro. Comparei as dez operações: oito eram dado e duas eram regra. Para essas duas vou usar a regra específica da Eliane e guardar o lote de referência do Leandro. Mas, se a exceção voltar em outra filial, como eu sei que não é uma exceção nova?