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Fóruns / Workshop de GUEPARDO Tax: dúvidas e troca de ideias

Que evidência o diagnóstico deve produzir para que a decisão de implantar seja da empresa e não do prestador?

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Explicando o cenário: o diretor financeiro me pediu para ir ao workshop de diagnóstico e voltar com um critério. O prestador recomenda implantar, e ele quer decidir com evidência que entenda e possa questionar, não com a palavra de quem vende o projeto. Sem querer complicar, ó, sou key user e peço desculpa se a dúvida for básica, mas não sei o que pedir. Que evidência o diagnóstico deve produzir para que a decisão de implantar seja da empresa e não do prestador?


Atualização:

Obrigado. Levo ao diretor cinco exigências: inventário com fonte, exemplo real de cada achado, medido separado do não conferido, revisão por segunda pessoa e data de leitura. Falta uma dúvida: quem escreve o critério de decisão da empresa, o financeiro ou o fiscal? Ele deve existir antes do diagnóstico, como a Kátia disse?

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A decisão fica com a empresa quando ela confere e questiona a evidência sozinha, sem o prestador na sala. Pedidos que valem em qualquer diagnóstico:

  1. Um critério por escrito, redigido pela empresa antes de começar.
  2. Um inventário em que todo item tem número, origem e um documento real como exemplo.
  3. Duas listas distintas, o que foi medido e o que ficou sem conferência.
  4. Uma segunda leitura, feita por quem não escreveu o laudo, e opções que digam o que cada uma deixa de fora.

Segundo as notas de projeto que consultamos, quem valida é o cliente. Já os manuais sobre a documentação da NTT recomendam checar a disponibilidade na versão instalada antes de qualquer plano. Para ver como se estrutura um diagnóstico assim, veja diagnóstico fiscal no SAP.

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Bem, a dica é pedir a data de leitura de cada fonte. O quadro de andamento da NTT que li não traz data de compilação, e os manuais pedem confirmar a situação atual e a disponibilidade na versão instalada antes de planejar uso. Se o diagnóstico cita funcionalidade sem data e sem versão, trate como hipótese, não como fato. Isso protege a decisão do diretor.

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Começo pelo básico do projeto: discordo de que a evidência baste para a decisão ser da empresa, Murilo. No nosso caso, pois é, o diagnóstico mostrou tudo e mesmo assim o prestador decidiu o escopo, porque ninguém da empresa tinha um critério por escrito. O critério vem antes. Sugiro que a empresa defina, antes do diagnóstico, o que faria mudar a sua decisão. As notas de projeto que li dizem que quem valida é o cliente; a mesma lógica serve aqui, quem valida o diagnóstico é a empresa.

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Boa noite, colegas. Outro caminho que uso como auditor: pedir que o diagnóstico seja revisado por uma segunda pessoa que não o escreveu, da empresa ou de fora, com acesso aos mesmos dados. No fim das contas, tá, a decisão é do diretor, e quem decide precisa de alguém que discorde com fundamento. Vindo do agro, aprendi que laudo de uma pessoa só vale pouco. A revisão cruzada custa poucos dias e muda o nível da conversa com o prestador.

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Desculpem se for básico. Complemento com um exemplo do que vejo: olhando a tela, né, o diagnóstico mostra 'regra do emissor de documentos eletrônicos vazia'. O diretor precisa entender o que isso quer dizer na prática, então peça que cada achado venha com o efeito no documento ou no fechamento. As notas de projeto que li dizem que diagnósticos costumam achar notas SAP da reforma não aplicadas, esquemas de venda próprios sem o tributo novo, chaves contábeis sem conta e regras do emissor vazias. Use isso como roteiro para saber se o seu diagnóstico perguntou tudo.

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A evidência certa é a que o diretor consegue conferir sem o prestador na sala. Contexto rápido primeiro, o mínimo que eu exigiria:

  1. inventário do ambiente com número e fonte de cada item (versão, extensões Z, obrigações);
  2. lista de achados com exemplo real de documento, não só descrição;
  3. o que foi medido e o que não foi conferido, em listas separadas;
  4. opções, com o que cada uma deixa de fora.

Bem, por via das dúvidas, peça também o roteiro para repetir cada medição sozinho.

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