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10 Respostas

Concordo em parte com quem acha que a Reinf é só uma obrigação de entrega, mas discordo quando isso vira desculpa para não planejar. Aqui na siderurgia rodamos ECC, e no fechamento do semestre tentamos lançar os lucros pagos aos sócios com o cadastro padrão da Reinf. Veja, na última auditoria, o problema apareceu no campo de valor, que não bateu com o pagamento feito pelo financeiro. Já tentei ajustar a tabela de eventos e reprocessar o lote, mas não tenho certeza de estar considerando o período certo. Como vocês fazem a apresentação desses lançamentos quando o pagamento de lucros cai numa janela diferente?


Atualização:

Resultado: consegui fechar o lote com a regra nova, e obrigado a quem respondeu. Veja, na última auditoria, o campo de valor bateu com o financeiro depois que separei os pagamentos por sócio. Testei o cenário no ambiente de testes e a conferência passou. Minha pergunta de seguimento: quando o pagamento sai numa data depois do fechamento, como vocês tratam o lançamento que já foi enviado?

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Separe a base do pagamento. Ivone, a dúvida sobre lucros na Reinf se resolve melhor separando a base de cálculo do controle de pagamento. Quando financeiro, fiscal e equipe de envio olham a mesma planilha, o desconto aplicado deixa de ser surpresa e o imposto aparece no lugar certo. Mapeie cada sócio, marque quem é isento, e só então feche o lote, porque corrigir depois do envio costuma custar mais que a conferência antes. Por fim, a recomendação prática é rodar uma conciliação entre pagamento e lançamento antes de cada envio, e guardar a justificativa de cada base usada, para que a auditoria tenha o raciocínio na mão. Para aprofundar, veja EFD-Reinf no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O risco que já vi é o pessoal confiar só no painel da Reinf e não olhar a parte técnica do envio. Para variar, na nossa equipe de e-commerce, a outra forma foi montar um roteiro de apresentação com cada tipo de pagamento e o motivo do enquadramento. Quando o time segue esse roteiro, a conferência fica mais simples e menos gente precisa atender dúvida no meio do fechamento. Vale quando há poucos beneficiários e um analista atento. Com muita gente pagando, o roteiro precisa virar regra no cadastro, senão ninguém segue.

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Rafael, você completa bem o ponto do roteiro, e eu acrescentaria a parte de considerar o total antes de declarar. Veja, o detalhe é que o print do cadastro da Reinf costuma mostrar o valor bruto, e as deduções que entram no cálculo ficam escondidas numa aba. Em serviços, a gente monta um quadro de conferência com colunas separadas, e só depois fecha o lote. Assim quem olha o envio enxerga de onde veio cada número, sem depender de memória.

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Será que a planilha de conferência cobre o caso de retenção? Rogério, você falou em anexar valores por beneficiário, mas no regime simplificado, como fica a base na Reinf quando há retenção parcial? Agora, a prova é ver se o total do lote bate com o pagamento do financeiro. No meu caso de telecom, sem essa conferência, o simplificado gerou diferença que só apareceu no fechamento.

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Concordo em parte com você, Nelson: a conferência por valor resolve a diferença do lote. Veja, em outras palavras, o ponto que faltou é a ordem dos eventos, porque uma substituição feita no mês subsequente pode mudar o total do trimestre na Reinf sem aparecer no lote atual. Discordo só de tratar isso como ajuste pontual, porque na energia a gente já viu o problema se repetir a cada virada de trimestre. Vale travar o lote por período e só liberar a substituição depois de conferir o total.

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Na rotina de energia, o caso concreto é o lote de fim de mês para a Reinf, onde os pagamentos aos sócios chegam do financeiro em blocos. Em resumo, viu, a outra forma que usamos é fechar o lote por tipo de pagamento e anexar uma planilha de conferência com os valores relativos a cada beneficiário. A resposta do sistema vem em outro formato, então a equipe compara na mão antes de enviar. Serve quando o volume é moderado; com muito lançamento, a comparação manual vira gargalo e o lote atrasa.

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Se o pagamento é isento, eu discordo de tratar o prazo da Reinf como se fosse o mesmo do ano anterior. Olha, segundo o que li, a prorrogação, tal como previsto, muda o momento do envio, e não a forma de informar. Na nossa siderurgia, o time de envio aplicou o prazo antigo e teve de corrigir o lote depois. Eu pediria a confirmação escrita do prazo que vale para cada tipo de pagamento, antes de fechar o cronograma.

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Vou acrescentar um ponto. Viviane, o x da questão, pois é, está nas informações que vão para a Reinf quando o beneficiário está isento. Se a base vier cheia de valores sem essa marca, o sistema trata tudo como tributado, e a correção depois vira um evento a mais. Por isso eu pediria ao financeiro que marcasse os pagamentos a sócios isentos logo na origem, e só então deixaria o lote seguir para o envio das informadas.

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Natália, sua dica sobre o abatimento faz sentido, mas e aí, o problema é que quero entender um ponto. Quando o lançamento de dividendos tem imposto incidente, qual base vocês usaram na Reinf para o campo de valor? Na nossa auditoria interna a diferença veio justamente desse ponto, e o financeiro achou que o imposto já estava incluso.

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O risco que já vi é esquecer que as deduções legais continuam valendo, mas sim, dá para declarar os lucros na Reinf mesmo com o prazo novo. Uma dica de colega: não troque tudo pelo desconto padrão sem olhar o pagamento de cada sócio. Na nossa construtora, quem declarou só o total perdeu a conferência do campo de valor, e o fechamento teve de ser refeito. Então a regra prática é declarar cada pagamento separado, com a base que o financeiro usou.

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