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Fóruns / ICMS e substituição tributária

Ciap classificação internacional de atenção primária

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5 Respostas

Na rotina do fechamento aqui, o cadastro de Ciap virou ponto de parada no S/4HANA 2023. Temos um centro que cuida de abastecimento de bordo e, por isso, parte dos materiais passa por controle aduaneiro. Já revisei a atribuição dos materiais, comparei com o que a área de comércio exterior mantém e refiz o teste de lançamento em ambiente de qualidade. E aí, como vimos em outras discussões, cada área lê o termo de um jeito, do sentido internacional ao primária que aparece em alguns cadastros. Ao tratar documentos aduaneiros, o Ciap deve ter tratamento separado dentro do SAP ou o mesmo cadastro basta?


Atualização:

Valeu, pessoal, ajudou muito. Testei no S/4HANA 2023 a amarração do Ciap direto no material, e o relatório de conferência passou a bater com o fechamento. E aí, como vimos, o ponto frágil é a manutenção do cadastro. Quem faz a revisão periódica na rotina de vocês, o fiscal ou a área que cadastra o item?

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O resultado que importa é este: trate o Ciap como cadastro dedicado, ligado ao material, e não como um campo solto. Assim o relatório de conferência e o fechamento falam a mesma língua. O destino de cada item precisa ficar claro no mestre, e a disciplina de revisão periódica deve ter dono definido, de preferência o fiscal. Quanto às disposições legais sobre o tema, a interpretação e o enquadramento são do contribuinte, e o SAP apenas executa o que foi decidido. Recomendação prática final: monte um teste de ponta a ponta no ambiente de qualidade, com um caso de cada tipo de material, e só então libere a regra para produção. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Bruno, bem, minha ressalva é sobre o material. No nosso S/4HANA 2021 o Ciap fica no nível do company code, e eu preciso de uma confirmação de como amarrar isso ao cadastro do material. Hoje tenho um campo complementar numa tabela Z e queria saber se você manteria o dado nela ou moveria para o cadastro padrão. Qual caminho dá menos retrabalho quando a regra mudar?

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Já vi lançamento ir para o lugar errado porque o item foi cadastrado sem checar o tipo de uso. Discordo, com educação, do Gabriel num ponto: guardar o dado num campo de controle pede atenção redobrada, porque ninguém garante que o campo seja mantido. Conforme o combinado, ó, o certo é amarrar a classificação do Ciap ao próprio material, e não a um campo solto. No caso de combustível, qualquer divergência vira ajuste manual no fechamento, e isso pesa muito em quem está migrando de outro ERP.

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Concordo em parte com o Marcelo: separar o Ciap ajuda, mas não resolve sozinho. Olha, o básico é dizer, no próprio cadastro, se o item fica em recinto alfandegado ou não. Alternativamente, dá para guardar isso num campo de controle e ler no lançamento. Nos dois casos, os filtros precisam ser aplicados pela mesma regra, senão o relatório de conferência mostra números diferentes dos do fechamento. Discordo só de deixar tudo com comércio exterior, porque o fiscal precisa enxergar o mesmo cadastro.

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Dá para separar? Dá, e um cadastro próprio do Ciap evita mistura com a rotina de aeronave. Então, o óbvio: primeiro, marque no material que o uso são aeronaves em área alfandegada. Segundo, deixe a validação internacional com o time de comércio exterior. Terceiro, registre no processo quem aprovou o enquadramento, porque a decisão é do contribuinte e o SAP só reflete o que foi decidido.

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