Barrar a nota na emissão é o que mais me preocupa no ICMS de combustivel em SC. Rodo ECC 6.0 numa indústria química e estou montando um cenário em que a NF-e seria um ajuste lançado depois da venda, com o valor já tratado de forma antecipado no mês anterior. Mexi na validação do emissor e na configuração do tipo de nota, mas a nota continua sendo recusada antes de sair. O ganho é, né, entender qual combinação de campos o validador aceita antes de eu alterar mais coisa. Como vocês estruturam essa nota de ajuste para o ICMS em SC sem travar a emissão?
Atualização:
Obrigada, Carlos, fez sentido. Fui conferir e a nota tinha mesmo o ICMS preenchido na tag. Tirei o campo no teste e a recusa passou a falar de outro motivo, o que já é caminho. O ganho é, né, ir resolvendo uma barreira por vez. Fica a dúvida: quando o ajuste precisa ficar amarrado a uma nota anterior, isso muda a validação do ICMS de SC, ou só acrescenta uma checagem?
Atualização:
Na rotina da química, o ajuste sai quase sempre no fim do mês, junto com o fechamento. Testei o caminho da Kátia no sandbox, só com a nota de ajuste e sem tags de tributo, e a recusa sumiu. O ganho é, né, perder menos tempo na virada do mês. Só que fico em dúvida: esse tipo de nota entra no mesmo fluxo de contabilização do ICMS de SC, ou precisa de um tipo de faturamento à parte?