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Fóruns / ICMS e substituição tributária

O que é cfop de operação interna e iddest 1?

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6 Respostas

Preciso entender isso logo. Sou auditora interna há 18 anos, trabalho com serviços e o SAP está no S/4HANA 1909. Veja, na minha rotina, o CFOP de operação interna aparece em qualquer nota de venda, mas não entendo como ele se relaciona com o iddest 1 do cadastro do cliente. Testei duas notas para um adquirente do mesmo estado e o sistema sugeriu códigos diferentes para produtos acabados que cadastramos com a mesma classificação. Revisei a configuração de alíquotas e não achei o motivo. Qual é o papel do CFOP nesse caso, e o iddest 1 define o código ou só acompanha a operação?


Atualização:

Depois que li a resposta do Felipe, testei a operação interna com um cliente de teste e troquei o CFOP na mão para ver o efeito. Veja, na minha rotina, mudar o código sem mudar o destino não altera o resultado, mas o relatório fica diferente. Obrigada, Felipe, pela explicação direta. Minha dúvida agora é se o iddest 1 pode ser sobrescrito numa nota de estorno ou se o sistema sempre busca o cadastro do cliente.

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Helena, a conversa mostra que o CFOP de operação interna responde pela natureza da operação, enquanto o iddest 1 marca o destino dentro do mesmo estado. Um não substitui o outro. O ponto que mais gerou dúvida foi a troca manual do código e o efeito no relatório, que depende da regra por endereço cadastrado. A recomendação prática é simples. Antes da produção, teste uma nota de cada tipo, confira o endereço de cada cliente e registre quem mantém a tabela. Assim o código deixa de ser efeito colateral e vira decisão consciente, com o controle efetivo nas mãos de quem responde por ela, e com um controle eletrônico feito antes do envio. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O risco que já vi no varejo é usar um CFOP genérico para todas as lojas e corrigir só depois. O custo é alto quando a loja fica numa cidade diferente e o sistema pede outra regra. Nós criamos uma parametrização por operação interna, com o iddest 1 disposto numa tabela própria, e o responsável de cada loja confirma o documento antes de faturar. Esse caminho vale quando há poucas lojas e um único responsável fiscal. Quando a rede cresce, a manutenção pesa, e aí eu prefiro uma regra por unidade domiciliada no estado.

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Concordo em parte com o Lucas: os parâmetros importam, mas no agro o problema maior é o destinatário, que muda o CFOP quando a venda sai de uma fazenda para outra unidade. Não vejo a devolução do mesmo jeito, porque nosso caso usa a nota de origem como referência. Em todo caso, pois é, a leitura do iddest 1 precisa ser conferida, e eu já peguei um erro assim no S/4HANA 2023. Vale checar o destinatário antes de qualquer ajuste manual, principalmente quando o arquivo digital da operação não bate com o cadastro.

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Dúvida curta: o CFOP de operação interna muda quando o cliente é o mesmo do cadastro mestre? Carolina, sua leitura sobre endereços me fez pensar no nosso caso, que ainda roda em ECC 6.0. E aí, pelo que testei, o sistema usa o conjunto de regras do cadastro, e não do pedido. Em um teste de fechamento, o cálculo ficou com o código da operação antiga. Ou seja, vale conferir o conjunto de parâmetros antes de cada troca de código. Como vocês tratam isso no dia a dia?

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No caso concreto da minha rotina, numa indústria química, o CFOP de operação interna acompanha a comercialização de produtos do mesmo estado, e o iddest 1 quase sempre vem junto. Felipe, você tocou no ponto principal. Eu acrescento um dado complementar: eu acho que, no S/4HANA 2021, a regra muda quando o cliente tem mais de um endereço cadastrado, e isso comporá a leitura do sistema. Bem, o número é que esse caso gera boa parte dos erros na migração, então vale conferir a tabela de determinação antes de qualquer teste. Vocês já mapearam os endereços antes de liberar?

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O CFOP informa a natureza da operação, e o iddest 1 indica destino dentro do mesmo estado. Na operação interna, um não substitui o outro, e o desenho é, né, uma tabela de regras por tipo de operação com a base apurada depois para cada nota. Nas aquisições e no cancelamento, o cuidado deve ser igual: confira se o código da nota de origem bate com o da nova nota. Quando o caso parece estranho, teste uma nota de cada tipo antes de liberar para a produção.

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