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6 Respostas

Um erro frequente em migração é a bonificação sair com CFOP de venda comum. Na transição do outro ERP para o SAP, aqui, a amostra grátis e o brinde caíram no mesmo código, e já tentei separar por tipo de pedido, sem sucesso. A regra é, viu, que cada operação tenha o seu CFOP, e não sei como outras equipes classificam isso na parametrização. Qual CFOP deve ser usado na bonificação, e como separo da amostra?


Atualização:

Entendi, Larissa. Testei o 5.910 num pedido de teste e a nota fechou. A regra é, viu, não misturar com o 5.909. Fiquei com uma dúvida: o 1.910 serve só quando eu recebo brinde de fornecedor? E quem define o código de recebimento na parametrização, o fiscal ou o time de compras?


Atualização:

Se a nota do código decide, vou revisar a tabela de códigos antes da carga. Obrigado, Daniela. Outra dúvida: quando muda o texto de um CFOP, ajusto só a descrição no SAP ou preciso rever as regras de cada pedido? Ainda não testei, e a regra é, viu, não carregar nada em produção sem prova.


Atualização:

Já vi nota de brinde voltar do cliente por CFOP errado, e por isso testei os três códigos, 5.909, 5.910 e 5.911, em pedidos separados. Obrigado, Vinícius e Cristina. A regra é, viu, separar por tipo, e agora a nota de cada tipo fechou no teste. Pergunta: o time fiscal deve revisar antes da carga ou só depois?

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Rogério, em resumo: brinde ou doação tem código próprio na saída (5.910) e na entrada (1.910 e 2.910), e não deve ser misturado com as demais operações, que têm códigos separados. Na prática, a entrada e a devolução de bens seguem códigos diferentes, e cada troca de CFOP gera efeitos na escrituração que o fiscal precisa validar. Recomendação: monte uma tabela de correspondência por tipo de operação, teste cada linha com uma nota e leve a decisão ao responsável tributário do cliente antes da carga. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Dá para tratar o bem emprestado à parte? Um caminho a avaliar é separar o retorno do bem remetido, com o 1.909, do brinde, com o 1.910. O fato é que a respectiva descrição de cada código ajuda a escolher o CFOP. Vale quando o bem volta ao dono; para brinde, o caminho é outro. Se houver dúvida, a tese é do contribuinte.

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Concordo em parte, Cristina: separar o bem emprestado é bom, mas, sem querer complicar, viu, a amostra grátis também tem código próprio, o 5.911 na saída e o 1.911 no recebimento, e muita gente mistura com bonificação. Os CFOPs classificam operações diferentes, então vale um teste por tipo, com uma nota de cada uma. Assim a equipe vê na prática onde a mistura costuma acontecer.

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Aqui na farma, a remessa de brinde saiu com 5.910 e o cliente contestou. Discordo de que ler a descrição do CFOP resolva tudo: a redação de alguns códigos foi alterada, e as remessas precisam acompanhar a versão em uso, que no ECC 6.0 é tabela manual. A conta é, ó, quem não atualiza a tabela repete o erro.

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As entradas de mercadorias recebidas como brinde ou doação usam os códigos 1.910 e 2.910, Rogério, e a nota explicativa de cada código confirma isso. A regra é, né, ler a nota explicativa antes de parametrizar: ela costuma resolver a dúvida entre brinde e bem emprestado. No meu caso, vindo de outro ERP, guardei uma planilha com cada CFOP e a descrição, para o time consultar na hora do pedido.

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Rogério, para brinde ou doação na saída o CFOP é o 5.910, e no recebimento correspondente é o 1.910 ou o 2.910. Veja, meu adendo: o comodato tem código próprio, o 5.909, para o bem voltar após cumprido o contrato, então não misture os dois no mesmo mapeamento. Antes de parametrizar, vale ler a descrição de cada CFOP na tabela que você usa.

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