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7 Respostas

Ciap travou aqui. Sou consultor MM numa mineradora, S/4HANA 1909, e o controle de crédito do ativo imobilizado não fecha com o cadastro dos bens no ciap. Refiz duas vezes o casamento entre a nota de entrada e a ordem de imobilização, conferi a assistência técnica lançada como manutenção e continua sobrando valor no mês. Nada do que olhei assegurará qual lançamento está duplicando a parcela. Só um detalhe, viu: a tese de apropriação é do time fiscal do cliente, eu preciso mesmo é do comportamento do sistema. Qual caminho você seguiria para achar a origem dessa diferença no ciap?


Atualização:

Se a dobra vem das duas rotinas de imobilização, Otávio, então bate com o que eu via. Testei listar os bens com mais de um documento e apareceram vários na carga do ciap, todos de projeto antigo. Obrigado pelo roteiro. Só um detalhe, viu: depois de corrigir, eu reprocesso o ciap do mês inteiro ou apenas dos bens mexidos, para não bagunçar o que já estava certo?


Atualização:

Valeu, pessoal, ajudou muito. Apliquei a trava no momento da imobilização num ambiente de teste e o ciap parou de duplicar parcela nos bens novos. Os antigos continuam com sobra. Só um detalhe, viu: para os bens que já estão duplicados, vocês fazem o estorno da parcela ou ajustam o cadastro do bem? Quero evitar mexer em fechamento passado sem necessidade.

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A dobra no ciap vem, quase sempre, de bem lançado duas vezes ou de bem sem origem clara. Antes de qualquer correção, liste os bens com mais de um documento, confira o grupo de contas e guarde a evidência de cada ajuste. Se o volume for grande, vale reservar recursos de desenvolvimento para um relatório de conferência; se for pequeno, a revisão manual basta. Fechamentos passados só se mexem com aval do cliente, que é quem decide a tese. Recomendação final: bloqueie a causa na imobilização, depois limpe o passado, nessa ordem. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Camila, olha só: no ECC 6.0 aqui da telecom, a trava no momento da imobilização resolveu mais que a do cadastro. A paternidade do lançamento, ou seja, quem criou o bem e por qual rotina, precisa ficar gravada, senão o ciap vira caça ao culpado. No planejamento do fechamento a gente roda um relatório que acusa 'parcela sem origem' antes do fechamento do mês. Ainda é manual e dá trabalho, mas pegou duplicidade cedo.

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Já vi o ciap sair errado por causa de um bem sem grupo de contas definido. Valéria Silva, olha, antes de mais nada, no S/4HANA 2023 aqui na siderurgia, que mecanismos você usa para impedir que o bem entre sem grupo? Os bens que integram um mesmo projeto chegam em lote, e a nossa carga não valida nada antes de gerar a parcela. Eu gostaria de saber se a trava fica no cadastro ou no momento da imobilização.

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Concordo em parte com a Roberta Souza, o relatório mostra o sintoma, mas discordo de que ele baste. Sem amarrar a família de contas do imobilizado ao ciap, o programa vai listar o mesmo erro todo mês, e o log da conciliação continua dizendo 'conta fora do grupo'. Olha, pra constar, o ajuste só se sustenta quando fundado em evidência guardada, para a hora em que alguém da auditoria perguntar por que o lançamento mudou.

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Dá para fazer por relatório? Um caminho a avaliar é um programa ABAP que cruza o bem com as parcelas do ciap e devolve um log do tipo 'bem sem parcela no período'. O custo é, né, escrever e manter o programa, então só compensa quando o volume de bens é grande. Quando são poucos, vale conferir na mão dentro do exercício corrente. Em ambos os casos, o divórcio entre o cadastro do bem e a contabilidade é onde eu procuraria primeiro.

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Na obra que acompanho, ainda no ERP antigo e migrando para SAP, o ciap de um bem baixado vira confusão quando o contrato do imobilizado é dissolvido antes do fim das parcelas. Discordo um pouco do Otávio ao tratar a duplicidade como suspeita principal, porque olha, a exceção é o bem que saiu do ativo no meio do período e continua com parcela aberta. Nesse caso, o direito de seguir apropriando o restante é uma conclusão do cliente, e o sistema só precisa refletir o que for definido por ele, com evidência guardada.

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Compare parcela por parcela do bem contra o lançamento contábil e a duplicidade no ciap aparece. Não precisa de métodos científicos, é conferência pura. Veja, a lição é não montar nenhuma trava coercitiva de bloqueio antes de entender a origem, porque a trava só esconde o problema. Duas rotinas competindo pelo mesmo bem, a imobilização manual e a automática, costumam gerar essa dobra. Liste os bens com mais de um documento ligado, trate os casos um a um e guarde a evidência de cada ajuste.

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