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Fóruns / Imposto Seletivo

Imposto seletivo compete a uniao

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5 Respostas

Esse seletivo que vai para a uniao me deixou com uma dúvida curta: onde a regra deve nascer. No nosso caso, a gente vende produtos sujeitos a esse tributo e o SAP começou a calcular o valor direto na nota. Já tentei configurar a alíquota na própria tabela, mas o log mostra o valor sem a visão da área que cuida do registro. O cadastro estadual antigo ainda aparece em algumas linhas, aqui por perto, pois é, e gera diferença. Vocês parametrizam o seletivo pela administração federal ou pelo cadastro das operações anteriores?


Atualização:

Adriana, obrigado pela pergunta, que ajudou bastante. Testei a regra do seletivo no QAS e a nota saiu certa em venda simples. Já a devolução, aqui por perto, pois é, gerou diferença no relatório. O problema parece estar no cadastro do cliente, e não na alíquota. Você já viu esse caso com cliente de fora do estado? Qual cenário você usaria para validar a devolução antes da produção?


Atualização:

Resultado: a validação cruzada reduziu a diferença no meu teste. Obrigado, Úrsula, pelo ponto da herança do cadastro antigo, que eu não tinha visto. A devolução ainda travou, aqui por perto, pois é, e o seletivo da uniao aparece com a alíquota antiga. Vocês já fecharam esse cenário em algum ambiente? Como mediram a diferença antes de subir para produção?

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Numa rotina de venda com produto sujeito ao seletivo, o caso concreto começa na nota, e não no cadastro. No momento em que a venda acontece, o sistema precisa ler a regra da uniao e aplicar a alíquota certa, sem depender de ajuste manual que some na carga seguinte. Ao testar devolução e cliente de outro estado, o que costuma divergir é justamente a ocorrência de duas regras no mesmo lançamento. Como recomendação prática, valide esse cenário em QAS com um roteiro fechado, registre o que o log mostra em cada etapa e leve a dúvida de tese a quem responde por ela, já que a decisão tributária é do contribuinte. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Se o cadastro federal valer no caso do Lucas, preciso saber, o fato é que, né, se o imposto entra na base do pagamento ou fica separado. Lucas, na sua rotina as informações de alíquota vêm de tabela própria ou do cadastro do cliente? Eu tenho medo de que o imposto mude conforme o tipo de operação, e isso o log não mostra. Pode me dizer qual campo você usou para indicar a operação?

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Complemento a ideia do Lucas. Mas o chato é, viu, que o documento fiscal eletrônico carrega a operação, enquanto o cadastro da alíquota fica em outra tela e o relatório lê a de origem. Ponto novo: deixe disposto no plano de teste um caso de devolução com destino diferente, porque é aí que o seletivo sai errado sem alarme. O Lucas tem razão no cadastro federal, só falta a validação cruzada com a nota. Se o cliente for de outro estado, eu não confiaria na herança do cadastro antigo.

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O risco que já vi na auditoria é o do ajuste manual, Lucas, e concordo que ele some na carga. Minha pergunta é só esta: quando você fala em regra própria do tributo, o seletivo compete à uniao em qualquer caso ou só na operação com o cliente certo? O contencioso começa, de longe, ó, exatamente nessa linha, então o registro do tributo é o ponto mais sensível. Como você trataria o contencioso se a nota já tiver sido transmitida?

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Concordo que o seletivo é da uniao, mas discordo que o cadastro estadual deva entrar na conta, como falei no começo da conversa. O seletivo não admite aproveitamento de crédito com operações que vieram antes, então qualquer tabela que deixe crédito aberto está errada. Eu passaria a parametrização para a regra do capítulo do próprio tributo, e o cadastro que atenderá o fluxo é o federal. Na prática, o ajuste manual que vocês usam hoje não atenderá a carga seguinte, porque ele some no próximo processamento.

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