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Fóruns / IPI, NCM e classificação fiscal

Classificação fiscal maquina de solda

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7 Respostas

Concordo em parte com quem diz que basta o NCM da solda, mas discordo de parar aí. No nosso SAP com GUEPARDO Tax, o item de equipamento de solda saiu com o grupo de tributação associado vazio, e eu já revisei o cadastro do material e testei em homologação sem achar o motivo. Pelo que li, os tipos básicos e o cclasstrib entram no XML de cada item. Em geral, pois é, a gente descobre o vazio só na auditoria. Qual caminho vocês seguem para definir o enquadramento fiscal de uma solda antes de gerar a nota?


Atualização:

Dúvida curta: e se o cliente ainda não decidiu a tese? Obrigado a todos. Testei a checagem antes da emissão e uma tabela de apoio para a solda, e os dois ajudaram, mas só em homologação. Em geral, pois é, eu fico preso na hora de pedir a decisão ao cliente. Como vocês formalizam esse pedido sem que o time fiscal pareça decidir no lugar dele?

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Concordo que o NCM sozinho não fecha a conta, mas discordo de achar que existe atalho. Para uma maquina de solda, vale o enquadramento que o cliente decidir, e a nossa parte é configurar, testar e guardar a prova. O informe técnico da reforma e o leiaute da nota indicam onde cada dado entra, e é por eles que se desenha a conferência. Recomendação prática: antes da emissão, rode uma checagem de preenchimento, registre quem decidiu e em que data, e repita a prova a cada nova publicação oficial. Para aprofundar, veja NCM e classificação fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Na minha rotina de transição de carreira, costumo montar o teste da solda item por item. Um ponto importante, viu, Priscila: a estrutura do dado do item e a finalidade do lançamento precisam andar juntas, porque acertar uma e errar a outra gera retrabalho. Para quem lida com arquivos eletrônicos, vale ainda testar o caso de ajuste depois da emissão, que a checagem anterior não cobre.

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Se o grupo de informações do item no documento fiscal contém o Código de Situação Tributária, discordo do Túlio de que guardar o teste basta: a prova precisa mostrar esse grupo preenchido. Então, para variar, a ordem importa: validar antes de testar e só depois guardar. Em S/4HANA 1909 dá para criar uma checagem desse grupo, e o que fazer com documentos já emitidos é decisão do contribuinte.

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Prova guardada e à mão, Luciana: é o que sustenta o ajuste da solda. Então, como falei, a decisão do cliente precisa estar demonstrada em algum lugar, de preferência junto do teste, e ficar disponível para a auditoria com entrada, saída e data. Quando o órgão divulga nova publicação técnica, repete-se o teste e guarda-se o resultado ao lado do anterior. Em ABAP, dá para fazer um relatório simples que lista o que mudou entre uma rodada e outra.

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Discordo em parte, Simone. E aí, pra ser justo, tabela de apoio sem revisão envelhece. Se a orientação técnica mudar, a tabela precisa de revisão com data e responsável. Conforme o time cresce, o controle vira a parte frágil. Eu manteria a tabela, mas com data de revisão e responsável, e checaria também o que muda em crédito antes de cada fechamento.

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A classificação da solda precisa vir de decisão do contribuinte, e o risco que já vi é o campo ccredpres ficar sem definição quando o parâmetro não existe. Pelo que vi, o log mostra algo como ITEMSOLDA campo vazio rc=4. Primeiro o cliente decide a tese, depois o time configura e prova em teste. Sem essa ordem, o ajuste vira retrabalho no fechamento, e fica difícil saber quem aprovou o quê.

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Paulo, na minha equipe seguimos por outro lado: uma tabela de apoio com a codificação de cada tipo de solda e uma regra complementar que preenche o dado do item. O teste é rodar alguns materiais representativos em homologação e comparar o que saiu com a decisão registrada pelo cliente. Esse caminho vale quando o catálogo é grande e repetitivo; para poucos itens, o ajuste manual no cadastro basta, desde que alguém confira cada um.

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