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5 Respostas

Preciso de um número. Estou num projeto de migração para S/4HANA 2023, vindo de outro ERP, e a auditoria interna da farma pediu o mapa das obrigações acessórias que a operação precisa cumprir. No log dos programas legados achei rotinas de apuração espalhadas, sem dono claro. O curioso é que ninguém sabe dizer se a lista está completa. Li também que a gratuidade de acesso a certos dados é assegurada em lei, mas não achei onde isso aparece no processo. Já tentei levantar pelo mapeamento de interfaces e não fechou. Quantas obrigações acessórias há, afinal, e como vocês fecham esse inventário?


Atualização:

Na minha rotina de auditoria, testei o desenho do Alan num ambiente de homologação: montei uma tabela com obrigação, responsável, vigência e rotina SAP. O curioso é que algumas linhas ficaram sem rotina nenhuma e só apareceram no log da conciliação. Obrigada, Alan e Luciana. Pergunta de seguimento: vocês revisam essa tabela a cada mudança de norma ou num ciclo fixo, tipo trimestral?


Atualização:

Concordo em parte, Sílvia: separar por canal ajuda, mas discordo de deixar o portal de fora do SAP. No meu teste, o log mostrou que a obrigação de envio manual foi justamente a esquecida. O curioso é que o grupo com arquivo gerado pelo sistema não deu divergência nenhuma. Obrigada pela ideia. Pergunta de seguimento: como vocês registram, dentro do SAP, que o envio manual aconteceu e quem fez?

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Letícia, a pergunta sobre quantas obrigações existem não tem resposta numérica estável: o conjunto varia segundo a operação, a presença de unidades no exterior e a criação de normas novas, e alguns controles antigos podem ficar extintos sem aviso. O que se constrói é um inventário vivo. Recomendo uma matriz com obrigação, responsável, rotina no sistema e data de vigência, revisada a cada mudança de norma, com a interpretação deixada à área tributária do cliente. Comece por um piloto em uma unidade e amplie depois de provar o desenho. Para aprofundar, veja obrigações acessórias e SPED no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Já vi projeto atrasar porque a lista de obrigações nasceu na cabeça de uma pessoa só. Um caminho a avaliar é estabelecer um registro único, mantido pela área fiscal, com a rotina do SAP ao lado de cada item. De qualquer forma, ó, isso só compensa se alguém responder pelo registro. Para grupo econômico com várias unidades, vale um registro por unidade; para operação enxuta, uma planilha revisada no fechamento já serve. Quando houver acompanhamento de débitos, o responsável deve ser nomeado por escrito.

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Será que um inventário basta? Em distribuidora, com fechamento apertado, um caminho a avaliar é separar as obrigações em dois grupos: as que saem de arquivos digitais gerados pelo SAP e as que dependem de portais externos. O básico, né, é conferir quais dados estão disponibilizados em cada canal e quais campos são destinados a cada envio. O inventário simples vale quando o volume é pequeno; a matriz com donos vale quando há várias filiais e prazos sobrepostos. Eu testaria nos dois cenários antes de adotar qualquer um.

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Se o regulamento mudar depois que o mapa estiver pronto, Alan Costa, como você versiona isso? No meu caso, em logística com GUEPARDO Tax, o contribuinte envia dados do fiscal e do contábil conforme calendários diferentes, e as obrigações ficam em planilhas soltas. O caminho é, viu, ligar cada obrigação a um responsável? Ou você guardaria a data de vigência dentro do próprio customizing?

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Não tem número fixo. O total depende do mapa das obrigações da sua operação, e ele muda com a lei complementar e com o regulamento, que pode exigir inscrição em novos cadastros. Agora, olha só: no SAP vale tratar cada obrigação como um conjunto de rotinas automatizadas, com dono, periodicidade e data de vigência, e revisar quando a norma mudar. Antes de fechar a lista, eu validaria o enquadramento de cada item com a área tributária do cliente, porque essa decisão não é nossa nem do sistema.

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