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8 Respostas

Estamos parados numa dúvida simples. Como se diz, a assistencia médica que oferecemos aos colaboradores chega com um tratamento de PIS e COFINS que o SAP não lê direito. Na nossa operação de agro, o plano envia a nota com o grupo cofinsst preenchido, mas o relatório de apuração ignora esse grupo. Já reprocessei a nota, conferi o cadastro do fornecedor e comparei com outra nota do mesmo plano. Ainda assim o resultado não bate com o que esperávamos. Como vocês tratam o grupo cofinsst quando a assistencia aparece complementar a outro benefício, e qual leitura vale para a apuração?


Atualização:

Dúvida curta: alguém já cruzou o retorno do plano com o relatório? Como se diz, eu ainda não consegui. Testei o que a Talita falou, criei a regra para o grupo e reprocessei algumas notas. Metade passou, a outra metade continua barrando por causa do grupo de COFINS. Agradeço as respostas. Pergunta de seguimento: qual grupo vocês usam como base quando o plano emite a nota sem o campo de tratamento?


Atualização:

Nada resolvido ainda. Como se diz, a equipe do Rogério tem razão em querer documentar antes de automatizar. Vou escrever a regra com exemplos de notas aceitas e depois testo com um grupo pequeno, incluindo as que voltaram. Obrigada a todos. Fica a pergunta: quem de vocês guarda os exemplos já validados, para a gente não começar do zero?

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Se o tipo de nota (tpnfcredito) e a operação governamental (tpopergov) forem tratados pela mesma regra, o erro passa despercebido até a apuração. Antes de qualquer ajuste, separe os casos de retorno e de operação de governo, e defina a leitura de cada um com a área tributária de vocês. A tributação do plano de saúde e dos benefícios associados depende de como o caso foi enquadrado, e esse enquadramento é decisão do cliente. Depois disso, o cadastro do grupo de COFINS precisa refletir essa decisão, e não o contrário. Recomendação prática: monte uma matriz curta com tipo de nota, operação e tratamento, revise a cada fechamento e guarde os exemplos validados. Assim o time não depende de memória nem de adivinhação. Para aprofundar, veja EFD Contribuições, PIS e Cofins no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O resultado que importa é este: a validação precisa rodar só depois da leitura completa da nota. Rogério, completo seu ponto: vale conferir também se o campo do imposto seletivo está presente, somente quando o item for dele. Sem querer complicar, né, faça uma tentativa de reprocessamento em lote com as notas aceitas antes de tocar nas que faltam. Se a primeira tentativa passar, aí sim libere o restante.

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Fernanda, discordo de reduzir o problema a um detalhe de cadastro. O cerne, pois é, está no recebimento da nota pelo time de conferência, que não tem a regra de redução documentada. Quando a redução da base não é explicada, o referenciamento com a nota original falha e o relatório aceita um valor errado. Antes de automatizar, eu documentaria a regra de redução e o referenciamento com exemplos reais, senão a automação só repete o erro.

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Já vi esse risco numa operação de siderurgia: a nota saiu com a localização do cliente errada e o pagamento foi lançado de forma parcial. Meu alerta, ó: nesse cenário o relatório não acusa, só some uma parte do valor. Nossa saída foi criar uma validação de localização antes da liberação e conciliar o pagamento parcial toda semana. Quando o volume é alto, vale automatizar. Quando é baixo, uma conferência manual já pega o desvio cedo.

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Concordo que a checagem do grupo é o começo, mas discordo de olhar só o COFINS. E aí, pra ser justo, o campo de imposto de retorno também precisa estar informado, porque ele muda o resultado quando há nota de volta. Sem as informações desse campo, o time vê a nota como normal e interpreta mal o grupo. Vale checar a tag impostodevol antes de julgar o COFINS.

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Na nossa rotina de telecom, a gente separa as notas de serviço das notas de mercadoria antes de qualquer conferência. Um lembrete, viu: a nota eletrônica chega com regra própria e o grupo de COFINS precisa bater com a exceção cadastrada. Quando a exceção não existe, a nota fica parada até alguém criar a regra, e o time perde o dia de entrega do relatório. Quando a exceção é rara, vale tratá-la manualmente com um registro simples. Quando é comum, o melhor é criar a regra no cadastro e revisar a cada ciclo.

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Se a gente conferir só as notas aceitas, perde o principal, a nota que foi devolvida. Para variar, né, discordo da Camila: a checagem precisa passar também pelo destinatário e pelo destino da mercadoria ou do serviço, porque é isso que costuma mudar a leitura. Quando a nota volta por recusa, a leitura do grupo de COFINS precisa ser diferente da leitura de uma venda normal. Eu olharia primeiro o que foi devolvido e o motivo, e só depois o cadastro do plano.

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O problema costuma estar na descrição do item no cadastro, não no relatório, porque o relatório só repete o que a nota trouxe. Bem, um adendo: no plano de saúde do colaborador, o efeito no credito depende de como o benefício foi declarado, e isso é decisão da área tributária de vocês. Eu conferiria se o grupo de COFINS veio preenchido igual às notas que já foram aceitas. Se o cadastro estiver consistente, a diferença costuma sair no crédito gerado e fica mais fácil apontar o erro.

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