Prezados, bom dia. Estou acompanhando a transição para a nova estrutura e, sendo mais ligado ao operacional do módulo de movimentação de materiais, gostaria de checar um detalhe técnico referente à integração com a nova tributação. Temos trabalhado com o sistema e a documentação da Nota Técnica 2025.002-RTC, mais especificamente quando o assunto envolve a apuração do IBS e CBS. Olha, como já disse, a complexidade em mapear os códigos de classificação tributária para a cesta básica preocupa nossa equipe. Tentamos seguir os guias atuais, mas gostaria de sanar uma dúvida específica sobre a correta alimentação desses campos no momento da faturamento. Qual o procedimento mais adequado para endereçar este ponto específico no fluxo documental?
Atualização:
Agradeço a todos pelas visões técnicas sobre a estruturação desses códigos. Eu analisei como o correto preenchimento dos dados estruturando a saída do sistema, seguindo a Nota Técnica 2025.002-RTC, é fundamental. Olha, como já disse, a precisão no momento da geração dos dados que levam ao IBS e CBS é decisiva. Gostaria de saber se houve alguma análise sobre como mitigar riscos nessa fase inicial de alimentação dos dados, considerando a criticidade da informação.
Atualização:
Agradeço as contribuições sobre a mitigação de riscos na alimentação inicial. Eu verifiquei o uso de campos como os do Grupo W03, que trata do total da NF-e, e a coerência entre eles e os dados que compõem o IBS e a CBS. Olha, como já disse, a robustez dessa fase inicial é o que sustenta o processo. Algum de vocês avançou na modelagem de cenários para validar a integridade desses dados antes da transmissão?