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5 Respostas

O risco que já vi em e-commerce é o split payment começar a segregar valores antes de o cadastro dos adquirentes estar pronto. No nosso S/4HANA, com pagamentos via Klarna, testamos a integração do meio de pagamento e as transações chegaram com o valor cheio no caixa. O pessoal do financeiro, como se diz, né, acha que isso já está resolvido, mas a parte tributária ainda não tem a segregação. Já tentamos cadastrar os adquirentes por operação e reprocessar o lote, sem resultado. Enquanto a área não aprovar o desenho, como vocês estão ligando o pagamento do Klarna ao documento fiscal, e com qual regra de liquidação?


Atualização:

No caso concreto da nossa rotina de e-commerce, rodei uma amostra pequena de faturas com cartão e a liquidação veio inteira para a conta da loja. Obrigada a todos, como se diz, né, ainda não cheguei a um modelo que feche. O setor de recebíveis pediu que eu espere a homologação antes de tocar em qualquer reprocessamento. Alguém já viu a ordem de liquidação funcionar com vários meios ao mesmo tempo?

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Vale começar pelo cadastro? A recomendação prática é validar a classificação do parceiro e dos meios de pagamento em homologação antes de qualquer ajuste no documento, e só então testar a liquidação com valores reais. Como o split vale para as hipóteses previstas, o primeiro passo é mapear quem entra nesse grupo, e isso exige o apoio das áreas fiscais. O procedimento simplificado pode ser uma opção para parte das operações, mas a escolha é facultativa e cabe a quem responde pelo tributo. Mantenha um registro de cada teste com data e resultado, porque ele será a prova de que a regra foi aplicada. Para aprofundar, veja split payment no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Se eu entendi bem, Diego, você vinculou pelo cadastro e não pelo documento fiscal. No meu caso, que é outro ERP migrando para SAP, os documentos eletrônicos chegam com dados parciais de pagamento. O efeito disso, vale registrar, muda a ordem da liquidação. Como você tratou o caso em que o arquivo eletrônico sai antes do pagamento ser liquidado?

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O resultado que importa, Letícia, é que a classificação do parceiro só funciona se o desenvolvimento do cadastro acontecer antes do go live. Os campos deverão estar prontos antes disso, e o desenho do processo, como bem lembrou, né, está disposto em três etapas, para o sistema ler o tipo de cliente sem digitação manual. Na minha rotina de logística, sempre peço campo obrigatório, porque sem isso o split vira exceção em todo lote. Sugiro testar os campos novos num ambiente de homologação com um lote de pagamentos anonimizado.

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Discordo da Beatriz, com respeito. Bom, a sacada é, pois é, que o problema não está só no cadastro do cliente. Eu vejo o conjunto de regras de liquidação como ponto principal, porque o split atinge quem não é contribuinte do IBS e da CBS no regime regular, e esse enquadramento precisa estar no sistema antes de tudo. Um contribuinte com cadastro certo ainda pode cair na conta errada se a regra estiver invertida. Por isso eu começaria pelo enquadramento de cada parceiro, com a decisão tributária registrada pelo próprio contribuinte.

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Beatriz, a primeira coisa é separar os valores do pagamento antes de qualquer ajuste no documento, porque o split atua na liquidação e não no cadastro. O erro mais comum, de longe, é tratar o Klarna como simples meio de cobrança, quando ele é um dos canais que liquidam a transação. Aqueles que já passaram por isso costumam mapear primeiro o tipo de cliente e depois a bandeira. Os auditores compreendem essa ordem e, mais adiante, compreenderão também a prova do teste. Na prática, valide o cadastro de cada cliente antes de olhar o fluxo de pagamento inteiro.

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