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8 Respostas

Pessoal, agora, por experiência, eu queria entender as zmiany do split payment antes de fechar o projeto de e-commerce. Estamos num SAP novo com integração a vários adquirentes de cartão e um gateway próprio, e o time financeiro quer saber como o recolhimento vai aparecer no extrato. Já testei a conciliação em ambiente de teste com um pedido pago no cartão, e o valor líquido veio menor do que a nota. Não consegui aprovar a configuração porque o cadastro de cada adquirente tem um tratamento diferente. Como vocês estão tratando o split payment quando o cliente final paga com o mesmo cartão em mais de um adquirente?


Atualização:

Quando o retorno do Fábio chegou, eu fui ver o desenho que o banco mandou, e agora, por experiência, o ponto que faltava era o vínculo entre o pedido e o pagamento. Testei com algumas transações e a conciliação só fechou quando cruzei a chave da transação com a nota. Valéria, se o seu caso tem bandeiras diferentes de cartão, você já checou se o extrato separa por bandeira? Essa é a pergunta que me trava agora.


Atualização:

O risco que eu já vi foi justamente o extrato sem chave, e agora, por experiência, eu não confio em nenhum desenho sem teste. Camila, a parte fiscal ficou clara para mim, mas o financeiro ainda pergunta de onde vem a diferença. Você tem um relatório de conciliação pronto para isso, ou ainda está montando? Se tiver, me manda o formato que eu testo aqui.

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O que importa primeiro é o caminho do dinheiro, porque o split payment separa o imposto na própria transação, e só depois vem o papel fiscal. As operadoras de pagamento precisam confirmar por escrito como tratam cada meio que o cliente usa, e isso vale tanto para o cartão quanto para o restante. Cada operação em que o cliente final fica de fora do regime regular pode seguir a trilha simplificada, mas a escolha dessa trilha cabe a quem recolhe e responde pelo tributo. Eu montaria o teste de vínculo entre transação e nota antes de qualquer subida. A recomendação final é simples, comece pela regra de conciliação, deixe a trilha simplificada para o que estiver documentado e não confie em nada que não tenha passado pelo teste. Para aprofundar, veja split payment no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Não concordo com isso. Eu não colocaria tudo no momento da venda, e o truque é, viu, pensar na liquidação e não no pedido, porque é na liquidação que a segregação acontece. Discordo com educação do Gustavo quando ele fala de testar a chave antes. O teste resolve a parte técnica, mas a manutenção do vínculo depois do go-live é que cansa a equipe. Na nossa rotina de serviços, cada mudança de banco vira retrabalho de manutenção, e isso não aparece no plano.

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Renato, sua divisão em trilhas faz sentido, e eu acrescentaria um ponto de implementação que quase ninguém testa. Como vimos, ó, o split payment depende de instituições que operam o meio de pagamento, então o ajuste do cliente precisa ser combinado com cada uma delas antes do go-live. Na prática, peça para cada instituição um arquivo de teste com a estrutura dos instrumentos que ela usa, e valide a chave de vínculo antes de subir a trilha regular. Sem isso, a trilha simplificada vira um atalho que não fecha no fim do mês.

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Será que o split payment vale só para o cartão? E aí, um palpite, discordo do Fábio nesse ponto, porque o gatilho é a transação de pagamento, e não o cartão em si. Pelo texto, a segregação depende da transação, não do meio escolhido, então o banco precisa cobrir todos os meios. Na nossa telecom as notas são emitidas em lote, e o executivo do projeto quer prever cada meio desde o começo. Mapear o fluxo por meio de pagamento evita surpresa no fechamento, e a regra que ainda vai ser publicada estabelecerá o fluxo para todos.

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Concordo em parte com o Eduardo, o meio de pagamento não muda a regra, mas muda o trabalho do financeiro. O chato é, né, que a parte facultativa do processo nunca aparece no desenho do projeto, e depois a conta chega toda de uma vez. Eu teria uma trilha facultativa para quem queira o fluxo simplificado, e uma trilha de conciliação para o pessoal do financeiro. Os dados fiscais precisam chegar em ambas, senão o relatório fica com buracos.

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Na nossa rotina de e-commerce, o caso concreto é o pedido pago em cartão com parcelamento, e a equipe separou o fluxo em trilhas diferentes. Bem, no go-live, a gente deixou as vendas para consumidor final na trilha simplificada, porque esse comprador não entra no regime regular, e as vendas corporativas na trilha regular, com o documento eletrônico vinculado ao pagamento. Vale a trilha simplificada quando o comprador fica fora do regime regular e o volume é alto. Vale a regular quando o cliente precisa dos efeitos no próprio documento fiscal, e aí o vínculo fica mais simples de auditar.

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O que me importa é saber se o valor sai separado no extrato. Então, sem rodeio, Fábio, no seu caso de mineração, o pedido aparece só no extrato ou o lançamento vem junto com as outras transações do conjunto de contribuintes? Na minha rotina, um cliente pode ser contribuinte numa nota e não ser em outra, e a equipe fica perdida. Preciso desse detalhe para ajustar o cadastro do cliente antes da virada.

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Pela transação, não pelo cliente. A segregação acontece no instante do pagamento, então o valor que chega ao caixa já vem sem o imposto retido. Por precaução, eu não mexeria no cadastro de cada meio de pagamento antes de confirmar com o banco ou a fintech qual fluxo eles usam. Aqueles que testaram no ambiente de homologação viram a diferença só no extrato, não no pedido, então a conciliação precisa olhar a transação e não a venda. Os serviços de pagamento compreendem essa segregação de jeitos diferentes, e vale pedir o desenho por escrito. As zmiany do split payment pegam o financeiro antes do fiscal, então ajuste a conciliação primeiro.

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