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Fóruns / Dúvidas do curso: Workshop do checklist de 41 itens: prontidão fiscal no SAP

Cadastro de fornecedor com regime tributário desatualizado: quem corrige e como evitar que volte?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Pra dar o contexto: na entrada, a tributação das compras depende do regime do fornecedor, e o cadastro envelheceu. Fornecedor que mudou de regime continua marcado como antes, e ninguém tem rotina de revisão. Rodamos ECC 6.0 e o time fiscal só percebe quando o crédito de uma nota não bate.

Mas, dito isso, viu, quero saber duas coisas: quem deve corrigir o cadastro quando o erro aparece e como montar uma rotina para que o dado não envelheça de novo?


Atualização:

Valeu. Vou propor a lista semanal com data de conferência, o gatilho de evento do Juliano e a revisão semestral com o fiscal que o Felipe defendeu. Dúvida de campo: fornecedor eventual, que aparece uma vez só, também entra na lista ou só os recorrentes?

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O que a conversa fechou: o cadastro de fornecedor precisa de um dono nomeado, de uma data de conferência em cada registro e de uma lista semanal dos vencidos. O uso de cadastro novo espera a conferência do regime, e a nota que volta com crédito divergente abre a checagem do fornecedor.

O fiscal participa da revisão semestral e compras ou o cadastro mestre faz a correção pontual. Fornecedor eventual entra na regra de evento, não na lista semanal. A conferência do regime e o efeito dele no crédito seguem a leitura do tributário. Para ver o desenho completo, leia sobre dados mestres fiscais no SAP.

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Completando: o gatilho não precisa ser só calendário. Então, de qualquer forma, ponha também um gatilho de evento. Cadastro novo só ativa para compra depois da conferência do regime, e toda nota rejeitada ou com crédito divergente abre uma checagem do cadastro do fornecedor.

Dois gatilhos, calendário e evento, pegam o fornecedor que mudou de regime no meio do período. Qual regime vale para qual crédito é tese do tributário da empresa, não do cadastro.

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Discordo de deixar o fiscal só como cliente do dado. Olha, em outras palavras, se o fiscal não for corresponsável, o cadastro continua errado e o chamado volta para ele. Compras muitas vezes nem sabe que o regime afeta o crédito.

Sou de FI, não do fiscal, e peço desculpa se for básico. Eu deixaria a revisão semestral com o fiscal e a correção pontual com o cadastro. E ninguém deve esperar que a ferramenta resolva: a página do produto que consultamos diz que o GUEPARDO Tax não corrige dado mestre ruim.

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Quem corrige é o dono do dado, e o dono precisa estar escrito. Cadastro de fornecedor tem um responsável nomeado, em compras ou no cadastro mestre, e o fiscal é o cliente do dado, não o digitador.

E aí, a saída é uma rotina com data: toda segunda, uma lista dos fornecedores ativos com compra no mês e regime sem conferência há mais de seis meses. Para cada um, o responsável confere na fonte pública e registra a data da conferência. Sem a data registrada, a revisão não existe.

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